A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, nesta terça-feira (17 de março de 2026), a Operação Ouro Branco, visando desarticular uma quadrilha especializada em furtos de trens de carga. Os crimes, ocorridos em dezembro, tiveram como alvo composições que transportavam farelo de soja e açúcar com destino ao Porto de Santos. Maior complexo portuário da América Latina, o porto é o principal escoadouro do agronegócio brasileiro, e interrupções criminosas neste corredor logístico afetam diretamente as exportações e a economia nacional. De acordo com informações da Agência Brasil, a ação policial resultou na prisão de três suspeitos e na investigação de um quarto indivíduo. Foram apreendidos veículos, sacolas utilizadas para o transporte da carga roubada e duas armas falsas.
Ao todo, as autoridades cumpriram quatro mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão na cidade de Aguaí, no interior paulista. A operação mobilizou 29 agentes e dez viaturas, sob coordenação da 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas (Divercar).
Qual o impacto dos crimes praticados pela quadrilha?
A polícia não divulgou o valor exato do prejuízo causado pelos furtos, mas informou que as perdas nas linhas ferroviárias foram milionárias. A ação da quadrilha causou transtornos no transporte de cargas e prejuízos financeiros significativos para as empresas envolvidas.
Como a Operação Ouro Branco foi planejada?
A Operação Ouro Branco foi resultado de uma investigação da Polícia Civil que identificou os integrantes da quadrilha e o modus operandi utilizado nos furtos. A ação teve como objetivo desarticular o grupo criminoso e recuperar os bens roubados.
Quais os próximos passos da investigação?
A polícia continua investigando o caso para identificar outros possíveis envolvidos nos crimes e recuperar mais bens roubados. Os suspeitos presos serão indiciados por furto qualificado e associação criminosa. A operação policial ainda está em andamento.
