A Casa Branca determinou em 14 de abril que a NASA, o Pentágono e o Departamento de Energia dos Estados Unidos desenvolvam um reator de fissão nuclear capaz de orbitar a Lua, com meta de estar pronto para lançamento em 2028. A diretriz foi informada em reportagem publicada em 17 de abril de 2026 e apresenta a medida como parte dos planos do governo dos Estados Unidos para sustentar uma presença permanente no ambiente lunar, onde outras fontes de energia são apontadas como inadequadas pelas condições locais.
De acordo com informações do OilPrice, a ordem foi emitida pela Casa Branca no dia 14 de abril e orienta os órgãos federais a acelerar o desenvolvimento do sistema nuclear espacial. O texto afirma que a energia nuclear é considerada a única fonte viável para uma presença lunar permanente, já que a Lua tem noites que duram 14 dias terrestres, o que limitaria o uso de alternativas como energia solar, eólica e hidrelétrica.
O que a Casa Branca quer colocar em operação até 2028?
A diretriz mencionada na reportagem estabelece como objetivo um sistema de fissão nuclear apto a orbitar a Lua e pronto para lançamento até 2028. O projeto, segundo o texto original, será conduzido de forma conjunta por NASA, Pentágono e Departamento de Energia, em uma tentativa de acelerar o cronograma.
A reportagem também informa que, no ano anterior, o presidente Donald Trump havia emitido um plano para instalar um reator nuclear na superfície lunar. A nova orientação, porém, descreve uma proposta diferente: em vez de um equipamento posicionado diretamente no solo da Lua, a meta agora é um sistema nuclear em órbita lunar.
Por que a energia nuclear é tratada como central para a presença na Lua?
Segundo o texto, a avaliação do governo dos Estados Unidos é que uma base permanente na Lua exigiria uma fonte de energia contínua e segura. Nesse contexto, a energia nuclear aparece como alternativa considerada viável diante das restrições ambientais do satélite natural.
O artigo cita como principais fatores as longas noites lunares, com duração de 14 dias terrestres, além da inviabilidade de outras fontes normalmente usadas na Terra. Com base nessa justificativa, a proposta é apresentada como parte de uma estratégia mais ampla de exploração espacial de longo prazo.
- Diretriz da Casa Branca emitida em 14 de abril
- Órgãos envolvidos: NASA, Pentágono e Departamento de Energia
- Meta declarada: sistema pronto para lançamento em 2028
- Objetivo: sustentar futuras operações ligadas à presença permanente na Lua
Qual é o contexto histórico citado pela reportagem?
O texto lembra que os Estados Unidos lançaram um reator nuclear em órbita em 1965. Depois disso, programas nucleares espaciais foram abandonados após liberações radioativas, de acordo com a reportagem. O artigo também afirma que a NASA gastou bilhões de dólares em projetos nucleares espaciais que não avançaram, embora diga que a Casa Branca sustente que desta vez o cenário seria diferente.
A matéria relaciona a nova diretriz a uma política mais ampla do governo Trump para ampliar a presença americana no espaço. O texto menciona que, quando a NASA enviou humanos à Lua pela primeira vez neste século, no início do mês, a agência tratou o feito como um passo inicial de uma nova fase da exploração espacial.
Como o projeto é apresentado dentro da estratégia espacial dos Estados Unidos?
Na reportagem, o plano é inserido em uma agenda de fortalecimento da presença dos Estados Unidos no espaço. O texto afirma que o governo Trump tem planos ambiciosos para o setor e cita a intenção de estabelecer uma base permanente na Lua, o que exigiria novas soluções energéticas.
Até o trecho disponibilizado do artigo original, não foram detalhados cronograma técnico, orçamento, empresa responsável ou especificações do reator. Também não há, no material fornecido, informações adicionais sobre etapas intermediárias do projeto. Assim, o que está posto é a diretriz política para que os órgãos federais desenvolvam o sistema e busquem deixá-lo pronto para lançamento até 2028.