Ministério do Turismo iniciou uma pesquisa inédita sobre turismo acessível para pessoas neurodivergentes, em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o projeto Mais Acesso. A pesquisa, que começou na segunda-feira, 9 de outubro, ficará aberta até 28 de fevereiro. De acordo com informações do Ministério do Turismo, o objetivo é ampliar a visibilidade do tema e coletar dados para um Guia de Boas Práticas.
Qual é o objetivo da pesquisa?
A pesquisa visa compreender a vivência de pessoas neurodivergentes e seus familiares durante viagens, abordando transporte, hospedagem, alimentação, lazer, eventos e visitação a atrativos naturais e culturais. O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirmou:
“Ao ouvir quem vive a neurodivergência, avançamos na construção de políticas públicas que tornam o setor mais acessível, humano e inclusivo em todo o país”.
Quem pode participar da pesquisa?
O levantamento busca mapear boas práticas de acolhimento e inclui como público-alvo não apenas pessoas neurodivergentes e seus familiares, mas também profissionais do turismo, gestores públicos, empreendedores, pesquisadores e estudantes da área. Durante o período da pesquisa, conteúdos educativos serão divulgados no Instagram do projeto @mais_acesso.
Qual a importância dessa iniciativa?
Os dados reunidos serão essenciais para aprimorar políticas públicas e qualificar serviços turísticos, fortalecendo a acessibilidade no turismo nacional. O Ministério do Turismo já promove ações voltadas ao turismo acessível, como o livro “Turismo com Acessibilidade”, em parceria com a UEA, que traz diretrizes para experiências mais inclusivas.
