Israel iniciou operações terrestres no Líbano com o objetivo de destruir a infraestrutura do Hezbollah, segundo o governo israelense. A ação se concentra no sul do Líbano, de onde milhares de moradores foram forçados a fugir nas últimas semanas devido aos ataques. De acordo com informações da Agência Brasil, mais de 800 libaneses foram mortos desde o início dos bombardeios e 800 mil estão desabrigados.
Como os civis estão lidando com o conflito?
Doa, uma das afetadas, está em um abrigo com sua filha pequena e expressou seu desejo de que os ataques cessem.
“Quero que minha filha viva sem passar por isso. Minha geração passou a vida inteira em meio a guerras”,
disse ela.
Qual é a situação no Irã?
Israel também anunciou uma nova onda de ataques contra a capital iraniana, Teerã. Até agora, mais de 1,3 mil pessoas morreram no país, e não há perspectiva de que o conflito termine em breve. O ministro de relações exteriores do Irã, Abbas Araghchi, negou que tenha pedido um cessar-fogo aos Estados Unidos e afirmou que a guerra deve acabar de uma forma que não se repita. Ele também mencionou que o Estreito de Ormuz não está totalmente fechado, mas o bloqueio é direcionado a países aliados dos Estados Unidos e Israel.
Como a comunidade internacional está reagindo?
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã havia solicitado um cessar-fogo e pressionado países aliados a ajudarem na liberação do Estreito de Ormuz. No entanto, as respostas têm sido majoritariamente negativas. O ministro da defesa da Alemanha, Boris Pistorius, declarou que essa não é uma guerra alemã.
“Não começamos esse conflito”,
disse ele. Itália e Grécia também rejeitaram o pedido de Trump, enquanto a Coreia do Sul ainda não respondeu e a China não se manifestou.