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Guimarães rebate pedido de socorro ao BRB e aponta punição aos responsáveis

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José Guimarães, novo ministro de Relações Institucionais, declarou nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026, sua posição contrária ao socorro do governo federal ao Banco de Brasília (BRB), em meio à crise financeira decorrente de operações com o Banco Master. As declarações foram dadas durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, em Brasília.

Guimarães foi enfático ao afirmar que os responsáveis devem ser punidos, refletindo a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com informações do Poder360, o ministro mencionou que não existe espaço para negociações sobre um eventual suporte financeiro ao BRB, banco público controlado pelo governo do Distrito Federal.

Qual a situação atual do BRB?

A crise no BRB emerge de um rombo financeiro causado por negócios com o Banco Master. Segundo o Metrópoles, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, criticou a falta de resposta do governo federal sobre o pedido de ajuda para garantir o equilíbrio financeiro da instituição. Celina detalhou que o governo local buscou auxílio, solicitando inclusive agendas, mas sem sucesso até o momento.

A governadora reuniu-se com autoridades, incluindo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para discutir soluções para o rombo no BRB.

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O que diz o governo federal sobre o auxílio ao BRB?

Apesar das solicitações, José Guimarães mantém uma postura firme contra qualquer medida de socorro. “Doa a quem doer, os responsáveis devem ser punidos”, declarou Guimarães, conforme reporta o Poder360. Ele frisou a continuidade das boas relações do governo federal com os estados, apesar das divergências políticas, destacando que nenhum recurso público será utilizado para atender o pedido de socorro ao BRB.

Essa decisão ocorre em um contexto onde o governo procura reafirmar sua posição de não intervir em problemas financeiros de instituições públicas estaduais, deixando claro que qualquer eventual suporte deve respeitar limites legais e éticos.

“Nós vamos continuar na mesma relação. Eu, se esse assunto chegar, eu sou radicalmente contrário, na minha opinião, a socorrer o BRB”, disse Guimarães, conforme reporta o Metrópoles.

Fontes consultadas

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