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Carlo Ancelotti diz que Brasil deve jogar com quatro atacantes na Copa

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Carlo Ancelotti gesticula durante entrevista coletiva, com expressão pensativa e fundo desfocado.
Foto: Autor / Flickr (CC BY)

Carlo Ancelotti afirmou, na noite de 23 de março de 2026, em entrevista ao SBT, que pretende escalar a seleção brasileira com quatro atacantes na Copa do Mundo. O técnico italiano disse estar confiante no grupo que tem à disposição, apontou a força ofensiva do elenco como base da ideia e relacionou a proposta ao que chamou de DNA do futebol brasileiro. De acordo com informações da Folha de S.Paulo, a declaração foi dada ao narrador Galvão Bueno.

Segundo Ancelotti, a estrutura atual do elenco favorece uma formação mais agressiva no setor ofensivo. Ao comentar a característica dos jogadores convocados, ele disse que a equipe reúne talento, energia e alegria, elementos que, na visão dele, precisam aparecer em campo durante o Mundial.

Por que Ancelotti fala em quatro atacantes para o Brasil?

O treinador afirmou que a decisão está ligada ao perfil dos atletas disponíveis, principalmente no ataque. Na avaliação dele, o Brasil tem muitos jogadores fortes na frente, o que abre espaço para uma escalação com maior número de homens de ataque sem fugir da identidade histórica da seleção.

“Pela estrutura dos jogadores que temos, muito bons na frente, temos de jogar com quatro atacantes”, disse o italiano.

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Ancelotti também fez uma comparação entre o futebol brasileiro e o Carnaval. Para ele, a festa popular reúne energia, alegria, arte e organização, características que, segundo o técnico, devem ser levadas para a seleção. A fala foi usada para explicar como ele enxerga o chamado DNA do Brasil dentro de campo.

“Comparo o futebol brasileiro ao Carnaval. O Carnaval era novo para mim. Entendi muita energia, muita alegria, muita arte, que é talento, e muita organização para organizar todos os carros com tempo coordenado. Então, tudo isso temos de colocar na seleção. É muito importante o DNA do Brasil, que é, obviamente, talento, energia e alegria.”

Quais jogadores foram citados na disputa por vagas no ataque?

Ao tratar das quatro posições ofensivas, Ancelotti mencionou Vinícius Junior, Rafinha, Estevão e João Pedro. Ainda assim, ele ressaltou que há outros nomes na concorrência e que a quantidade de opções é um dos trunfos da equipe para a disputa da Copa do Mundo.

O técnico destacou individualmente Vinícius Junior, mas afirmou que o poder de desequilíbrio da seleção não depende apenas de um jogador. Na leitura do comandante, a força coletiva do ataque brasileiro é um dos sinais de que o time chega competitivo ao torneio.

“Temos outros jogadores, mas acho que o Vini vai fazer um grande mundial. Ele pode desequilibrar, mas temos jogadores muito bons na frente, como Rafinha e Estevão. Não é só um que pode desequilibrar, temos um time muito forte.”

Como está a definição do grupo para a Copa do Mundo?

Ancelotti disse já ter 18 nomes definidos para o torneio, mas admitiu incerteza nas vagas restantes. Segundo ele, essa indefinição motivou a convocação de oito novidades para os amistosos contra a França, em 26 de março de 2026, e a Croácia, em 31 de março de 2026.

“Temos muitas dúvidas para as vagas restantes. Por isso chamei jogadores que não conheço, para a defesa, no meio e na frente. A sorte da seleção é que tem jogadores com muita qualidade, muitos talentos.”

Entre os 26 convocados, as novidades citadas na reportagem são:

  • Bremer, da Juventus
  • Ibañez, do Al Ahli
  • Léo Pereira, do Flamengo
  • Danilo, do Botafogo
  • Gabriel Sara, do Galatasaray
  • Endrick, do Lyon
  • Rayan, do Bournemouth
  • Igor Thiago, do Brentford

Além deles, o lateral-esquerdo Kaiki, do Cruzeiro, foi chamado após o corte por lesão de Alex Sandro, do Flamengo. Já o goleiro Alisson, do Liverpool, também sofreu lesão na semana passada e foi substituído por Hugo Souza, do Corinthians.

As declarações de Ancelotti indicam, portanto, uma seleção com vocação ofensiva e ainda em fase de definição para a lista final da Copa. Ao mesmo tempo em que aponta uma base consolidada, o treinador mantém abertas algumas disputas no elenco e usa os amistosos para observar novas alternativas em diferentes setores do time.

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