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Botafogo: presidente do associativo critica anúncio de venda da SAF no exterior

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A divulgação da possível venda da SAF do Botafogo em um jornal internacional provocou reação do presidente do clube associativo, João Paulo Magalhães, nesta terça-feira, 15 de abril de 2026. O dirigente criticou a exposição pública do tema no exterior, comentou os efeitos da disputa financeira sobre o clube e afirmou que o associativo tenta proteger seus interesses institucionais em meio ao impasse envolvendo investidores, credores e administradores. De acordo com informações do Torcedores, o caso também envolve a holding que controla o clube.

Segundo o relato, a crise nos bastidores ganhou um novo capítulo após a publicação da oferta da SAF no mercado internacional. A situação gerou desconforto na diretoria associativa, que acompanha os desdobramentos financeiros e jurídicos relacionados ao Botafogo. Ao mesmo tempo, o episódio ampliou as dúvidas sobre a condução do processo e seus impactos para a imagem do clube.

O que João Paulo Magalhães disse sobre a publicação da SAF?

Em entrevista citada pela reportagem, João Paulo Magalhães afirmou que o associativo acompanha a disputa internacional e classificou a exposição como algo negativo para o Botafogo.

“A gente tem acompanhado atentamente essa briga internacional. É desagradável estar nos classificados da Inglaterra, uma situação muito chata”

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Apesar da crítica, o dirigente reconheceu que a medida faz parte do processo de tentativa de obtenção de ofertas para pagamento de credores.

“Mas é parte do rito que o administrador judicial tem que fazer para colocar os ativos na rua, como se costuma dizer, para tentar ter ofertas e pagar os credores”

Qual é a atuação do associativo nesse processo?

De acordo com a reportagem, o grupo associativo tem participação minoritária na SAF, com cerca de 10% das ações, e intensificou sua atuação nos últimos dias. A posição declarada por Magalhães é a de preservar os interesses institucionais do clube em meio à disputa.

O dirigente também disse manter interlocução com diferentes partes envolvidas no caso, incluindo John Textor, seus sócios e administradores. A fala indica uma tentativa de acompanhar o processo de perto enquanto a definição sobre a SAF permanece em aberto.

“Mantemos um diálogo com todas as partes, com o dono da SAF, John Textor, seus sócios, os administradores…”

Como John Textor foi citado nas declarações?

Ao comentar a situação, Magalhães reconheceu a importância de Textor para o Botafogo, mas atribuiu parte da crise a decisões financeiras do empresário. Segundo ele, houve um erro na compra do Lyon, o que teria provocado dificuldades de caixa na estrutura empresarial ligada ao investidor.

“O Textor é uma pessoa que fez muito pelo Botafogo. Já tive uma conversa com ele, ele fez uma decisão errada de comprar o Lyon, o que gerou um buraco de caixa na empresa dele”

Na sequência, o presidente do associativo afirmou que o problema se agravou com o tempo e atingiu o clube. Ainda assim, afastou um cenário de colapso institucional do Botafogo.

“Virou uma bola de neve e nos atingiu. Meu dever é proteger o Botafogo da melhor maneira”

“O risco de o Botafogo acabar não existe, não é nem caso de falar isso. O Botafogo é imortal”

O que está em jogo na venda da SAF do Botafogo?

A oferta da SAF, segundo o texto original, foi divulgada por uma empresa responsável pela reestruturação da holding que controla o clube. Além do Botafogo, outros ativos também teriam sido colocados à venda no mercado internacional. O movimento ocorre após uma ação de credores no exterior, o que levou administradores independentes a assumir a condução do processo.

Nesse contexto, a reportagem informa que John Textor perdeu funções dentro da holding, embora continue à frente da SAF no Brasil por decisão judicial. Enquanto isso, o impasse segue sem definição, com tentativas de novos aportes financeiros e resistência por parte do associativo.

  • O associativo diz acompanhar a disputa internacional.
  • A publicação da oferta da SAF gerou desconforto na diretoria do clube.
  • Credores acionaram mecanismos legais no exterior.
  • Administradores independentes passaram a conduzir o processo.
  • O cenário segue indefinido e sem prazo claro para resolução.

Nos bastidores, o ambiente descrito é de cautela. A disputa reúne interesses distintos e mantém em aberto o futuro da SAF do Botafogo, ao mesmo tempo em que o associativo busca reforçar publicamente que acompanha o caso e tenta resguardar o clube.

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