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Vasco reencontra Rubén Insúa, rival na final da Libertadores de 1998

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Aerial photo of Estádio Bezerrão, Brasília, showcasing green field and grandstands.
Aerial photo of Estádio Bezerrão, Brasília, showcasing green field and grandstands. Foto: Banco de Imagens SEL-DF — Pexels License (livre para uso)

O Vasco da Gama estreia na fase de grupos da Copa Sul-Americana nesta terça-feira (7/4), às 19h (horário de Brasília), em um duelo na cidade de Buenos Aires. O adversário será o modesto clube argentino Barracas Central, comandado pelo experiente treinador Rubén Darío Insúa. O confronto marca um reencontro histórico para os torcedores cruzmaltinos, já que o atual técnico rival foi o comandante do Barcelona de Guayaquil na final que garantiu o título continental aos cariocas no ano de 1998.

De acordo com informações do GE Futebol, a partida promete não apenas um desafio esportivo, mas também uma viagem no tempo para os atuais dirigentes do clube do Rio de Janeiro, como o presidente Pedrinho e o diretor técnico Felipe, que estavam em campo naquela decisão de quase três décadas atrás.

Como foi o encontro entre Rubén Insúa e o time carioca em 1998?

Antes de se consolidar à beira do gramado, Rubén Insúa construiu uma forte identidade como jogador no Barcelona de Guayaquil, chegando a alcançar a fase semifinal da competição continental em 1992, quando a equipe foi eliminada pelo São Paulo. Seis anos após essa frustração como atleta, o argentino retornou à reta final do principal torneio das Américas, mas dessa vez ocupando o cargo de treinador da equipe equatoriana.

O adversário na grande final foi o próprio clube de São Januário. Após duas vitórias consecutivas na decisão (2 a 0 no Rio de Janeiro e 2 a 1 no Equador), a equipe brasileira superou o elenco comandado por Insúa e conquistou a primeira e única taça da Copa Libertadores da América para sua galeria de troféus. O trabalho no clube do Equador marcou o início da trajetória do profissional como treinador de futebol.

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O que o técnico argentino falou sobre a equipe brasileira?

Apesar da derrota dolorosa em casa e fora dela, o profissional sempre demonstrou imenso respeito pela equipe brasileira que o superou. Em uma entrevista concedida ao jornal Correio Braziliense no ano de 2020, o experiente comandante relembrou as dificuldades de enfrentar os brasileiros, destacando principalmente o fator econômico e a vasta qualidade do plantel adversário.

O mesmo poderio financeiro do Vasco (risos). Eu lembro do plantel. Tinha Donizete, Luizão, Juninho (Pernambucano), Mauro Galvão. Eu gostava muito do Vítor (lateral-direito), mas o titular se não me engano era Vágner. O Vasco tinha Felipe, Carlos Germano, que foi um dos goleiros do Brasil na Copa do Mundo (da França, em 1998). O Vasco era muito forte. Donizete e Luizão foram impecáveis nos dois jogos. Poucas vezes vi uma dupla de ataque ser tão competente em dois jogos decisivos. Você deve lembrar. Eles fizeram os gols do Vasco no Rio e em Guayaquil. A precisão nas finalizações dos dois me impressionou

A declaração evidencia o reconhecimento da força tática e técnica daquele grupo montado pelo time carioca, que contava com diversos jogadores que vestiam a camisa da Seleção Brasileira na mesma época.

Qual é a trajetória recente do treinador no Barracas Central?

Após o vice-campeonato em 1998, o profissional rodou por diversas equipes do futebol sul-americano, trabalhando na Argentina, na Bolívia, no Equador e no Peru. Seu auge ocorreu ao vencer a Copa Sul-Americana em 2002 com o San Lorenzo. Atualmente no futebol de seu país natal, o cenário de sua equipe apresenta os seguintes dados recentes:

  • Contratação firmada com o atual clube a partir da temporada de 2024.
  • Campanha de destaque ao alcançar a fase de quartas de final do torneio Clausura em 2025.
  • No campeonato Apertura de 2026, a equipe acumula 12 partidas disputadas até o momento.
  • O retrospecto atual é equilibrado: quatro vitórias, quatro empates e quatro derrotas.
  • O time ocupa a nona colocação na tabela de classificação do Grupo 2 no torneio local.

Este encontro continental adiciona um ingrediente extra de nostalgia à partida. Enquanto a equipe do Rio de Janeiro busca iniciar bem a campanha internacional fora de casa para buscar a classificação, o modesto clube da capital argentina aposta na vivência de seu comandante para tentar surpreender os visitantes logo no primeiro compromisso oficial do grupo.

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