Robotáxis na China podem quase triplicar em 2026, segundo Goldman Sachs - Brasileira.News
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Robotáxis na China podem quase triplicar em 2026, segundo Goldman Sachs

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A frota de robotáxis na China pode passar de cinco mil veículos em 2025 para 14 mil em 2026, segundo projeção apresentada por analistas do Goldman Sachs em relatório citado nesta terça-feira, 21 de abril de 2026, em texto publicado pelo portal OilPrice. A estimativa aponta uma expansão acelerada do setor de veículos autônomos no país, em meio à disputa tecnológica com os Estados Unidos e ao avanço da comercialização desse tipo de serviço. De acordo com informações da OilPrice, o banco também revisou para cima suas previsões para o mercado de robotáxis entre 2025 e 2035.

O material reproduz trechos de relatórios separados do Goldman Sachs sobre veículos autônomos nos Estados Unidos e na China. No caso chinês, os analistas liderados por Allen Chang afirmam que a expansão da frota indica aceleração da comercialização, com várias empresas alcançando equilíbrio financeiro em nível de cidade. O texto menciona ainda que a corrida entre as duas potências em inteligência artificial está se estendendo além de chips e data centers para veículos autônomos e redes de transporte de carga.

O que o Goldman Sachs projeta para os robotáxis na China?

Segundo o relatório citado, a principal projeção é que a frota chinesa de robotáxis cresça quase três vezes em um ano, saltando de cinco mil veículos em 2025 para 14 mil em 2026. O texto original destaca que esse movimento representaria alta de 195% na comparação anual.

Os analistas também afirmam ter elevado suas previsões para o segmento no período de 2025 a 2035, com revisão entre 7% e 25%. Na estimativa apresentada, os robotáxis deverão representar 36% de todos os veículos de transporte por aplicativo até 2035.

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  • Frota de robotáxis na China: de cinco mil em 2025 para 14 mil em 2026
  • Participação projetada em 2035: 36% dos veículos de ride-sharing
  • Revisão das projeções: alta entre 7% e 25% para 2025-2035

Quais empresas e mercados são mencionados no relatório?

O texto cita a expansão internacional como uma fonte de receita cada vez mais importante para empresas chinesas do setor, incluindo WeRide, Pony AI e Baidu. Não há, porém, detalhamento adicional no artigo sobre operações específicas dessas companhias, novos contratos ou desempenho financeiro individual.

Além dos robotáxis, o relatório também trata dos chamados robotrucks, veículos autônomos voltados ao transporte de carga. A projeção atribuída a Chang é de que esse mercado possa se tornar uma frente relevante de crescimento no longo prazo, com a frota chinesa saindo de oito mil unidades em 2026 para 760 mil em 2035.

Como fica o cenário em relação aos Estados Unidos?

O artigo informa que, em relatório separado, analistas liderados por Mark Delaney mapearam para clientes do Goldman Sachs como os veículos autônomos podem remodelar as rodovias dos Estados Unidos ao longo da década de 2030, com foco no impacto da inteligência artificial sobre as fontes de lucro do setor.

Na mesma publicação, aparece a previsão de que o mercado de robotáxis nos Estados Unidos deverá superar US$ 19 bilhões até 2030, quase o triplo da estimativa anterior do banco, e alcançar US$ 48 bilhões até 2035. O texto não apresenta, no entanto, uma comparação direta entre a velocidade de adoção nos dois países além da indicação de que ambos estariam em uma corrida para automatizar ruas, estradas e redes logísticas.

“We expect a strong ramp up of robotaxis in China, with the robotaxi fleet in China growing from 5k in 2025 to 14k in 2026E (+195% YoY),” Chang began the note.

“Commercialization is speeding up, with several players achieving city-level break-even.”

As informações publicadas indicam, portanto, uma aposta do banco em expansão rápida da mobilidade autônoma na China, tanto no transporte urbano de passageiros quanto no segmento de carga. O artigo, porém, não traz dados adicionais sobre regulamentação, cidades atendidas ou participação de mercado por empresa, limitando-se às projeções e à leitura estratégica apresentada pelos analistas.

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