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Petrobras avança em piloto eólico offshore com estudo geotécnico da Fugro no RJ

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Silhouette of an oil rig against a vibrant sunset over the waters of Rio de Janeiro, Brazil.
Silhouette of an oil rig against a vibrant sunset over the waters of Rio de Janeiro, Brazil. Foto: Lorena De Castro Alves — Pexels License (livre para uso)

A Fugro foi contratada para executar trabalhos em fase inicial no projeto-piloto de energia eólica offshore da Petrobras, no litoral do Rio de Janeiro. O serviço integra o que foi descrito como o primeiro projeto eólico offshore do Brasil a avançar sob um processo formal de licenciamento ambiental. De acordo com informações da Splash247, a atuação da companhia holandesa envolve um programa completo de investigação geotécnica em águas costeiras próximas a São João da Barra, no norte fluminense, com início previsto para abril de 2026 e execução até o terceiro trimestre de 2026, além de relatório final programado para 2027.

Segundo o texto original, o projeto tem capacidade prevista de 18 MW e representa uma etapa inicial para a energia eólica offshore na América do Sul, em um momento em que países da região começam a estruturar marcos regulatórios e testar o desenvolvimento desse tipo de empreendimento. A frente de trabalho ficará a cargo das equipes da Fugro no Brasil, com operações offshore saindo de Rio das Ostras e análises laboratoriais conduzidas na unidade da empresa em Pinhais, no Paraná.

O que será feito no projeto-piloto da Petrobras?

O escopo informado inclui coleta de amostras de solo, testes in situ e análises laboratoriais em quatro pontos costeiros e de águas rasas. Também estão previstos serviços em terra relacionados ao ponto de chegada dos cabos e ao traçado de sua rota. Esse conjunto de levantamentos geotécnicos serve para fornecer dados técnicos ao desenho e ao desenvolvimento do projeto.

A reportagem destaca que a investigação será realizada em áreas próximas da costa de São João da Barra. O objetivo, conforme descrito, é reunir informações consideradas necessárias para decisões de engenharia e desenvolvimento em uma fase inicial do empreendimento. Não há, no texto de origem, detalhamento adicional sobre etapas posteriores de implantação.

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  • Capacidade prevista do projeto: 18 MW
  • Local dos trabalhos: áreas próximas a São João da Barra, no Rio de Janeiro
  • Atividades previstas: amostragem de solo, testes in situ e análises laboratoriais
  • Estruturas associadas: ponto de aterrissagem de cabos e definição de rota
  • Cronograma: início em abril de 2026, execução até o terceiro trimestre de 2026 e relatório final em 2027

Por que esse contrato é relevante para a energia eólica offshore?

O caso é apresentado como um passo inicial para a consolidação da energia eólica offshore no Brasil e na América do Sul. O texto ressalta que a região ainda está em processo de organização regulatória para viabilizar esse mercado. Nesse contexto, a produção de dados técnicos sobre o local do projeto aparece como uma etapa preliminar para reduzir incertezas e embasar decisões de planejamento.

A própria Fugro afirmou que sua experiência em projetos eólicos offshore em mercados emergentes será aplicada ao trabalho. A empresa disse que esse conhecimento pode contribuir para a geração de dados confiáveis voltados ao desenho e ao desenvolvimento do piloto da Petrobras.

“À medida que a América do Sul avança com suas ambições em energia eólica offshore, os geodados obtidos nas fases iniciais são uma das ferramentas mais importantes para reduzir incertezas e preparar os projetos para o sucesso no longo prazo”, disse ela.

“Ao fazer parceria com a Petrobras neste estágio inicial, estamos ajudando a estabelecer a base técnica necessária para avançar a energia eólica offshore de forma responsável e ampliar futuras opções energéticas no Brasil e na região.”

Como o trabalho será executado no Brasil?

De acordo com a publicação, a entrega será feita pelas equipes da Fugro baseadas no país. As operações offshore serão conduzidas a partir de Rio das Ostras, enquanto os testes laboratoriais ocorrerão na instalação da companhia em Pinhais. O arranjo indica uma divisão entre a coleta de dados em campo e a análise técnica em laboratório.

O material de origem não informa valores do contrato nem detalha eventuais próximos marcos de licenciamento além desta etapa. Também não apresenta cronograma de construção do parque. O foco da notícia está na fase de investigação geotécnica, vista como base técnica para o avanço do projeto-piloto eólico offshore da Petrobras no litoral fluminense.

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