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Peça teatral em Icoaraci discute cidadania e educação fiscal para a sociedade

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A Usina da Paz Icoaraci, localizada na Região Metropolitana de Belém, serviu de palco para uma iniciativa pedagógica voltada ao fortalecimento da consciência civil nesta quarta-feira, 22 de abril. O Grupo Rádio Margarida apresentou uma peça teatral interativa com o tema “A relação estado e sociedade”, focada em elucidar conceitos de cidadania, direitos e deveres fundamentais para a vida em comunidade. A ação integra o cronograma oficial de atividades desenvolvidas pelo Grupo Estadual de Educação Fiscal do Pará.

De acordo com informações da Agência Pará, o espetáculo buscou traduzir temas complexos da administração pública para uma linguagem acessível aos frequentadores do complexo de serviços. A iniciativa é coordenada por servidores da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), que acompanham a aplicação prática dos conceitos de responsabilidade social e tributária junto à população local.

O espetáculo utiliza a linguagem e a forma lúdica, acessível e dialógica do teatro para abordar as questões sobre cidadania e a importância dos impostos na sociedade, aproximando o público da Usina da Paz dos conceitos fundamentais sobre cidadania e responsabilidade social.

A fala de Zilda Benjamin, coordenadora do Grupo de Educação Fiscal e servidora da Sefa, reforça o objetivo de desmistificar a função dos tributos. Segundo a gestora, o uso de ferramentas culturais permite que o cidadão compreenda como a arrecadação se transforma em benefícios diretos, como a própria estrutura da Usina da Paz, promovendo uma visão crítica sobre a gestão dos ativos públicos.

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Como o teatro contribui para o entendimento da educação fiscal?

A utilização de métodos interativos, como o teatro de rua e apresentações dialógicas, facilita a absorção de temas que, em contextos puramente técnicos, poderiam parecer distantes do cotidiano. Ao encenar situações da vida real onde o Estado e o cidadão interagem, o grupo teatral consegue demonstrar que a manutenção dos serviços públicos depende da compreensão mútua sobre o papel de cada indivíduo no financiamento coletivo da sociedade.

Este projeto nas Usinas da Paz marca uma estratégia de descentralização do conhecimento fazendário. Ao levar a discussão para dentro dos territórios atendidos por políticas públicas, o Governo do Estado do Pará busca fomentar uma cultura de fiscalização social, onde o contribuinte não apenas cumpre sua obrigação financeira, mas entende-se como parte ativa no acompanhamento da aplicação dos recursos.

Quais são as próximas etapas do projeto nas Usinas da Paz?

O cronograma de atividades de educação fiscal prevê uma série de inserções ao longo de todo o primeiro semestre. No total, serão realizadas 21 apresentações artísticas com temas variados, garantindo que diferentes aspectos da cidadania fiscal sejam abordados. Os próximos tópicos de destaque incluem:

  • 06 de maio: Apresentação com o tema “Geração conectada nos tributos”;
  • 19 de junho: Debate sobre “A função dos recursos públicos”;
  • 24 de abril: Espetáculo agendado para a UsiPaz Terra Firme, também focado na gestão pública.

A apresentação prevista para a próxima sexta-feira, 24, na UsiPaz Terra Firme, manterá o foco na função social dos impostos. O objetivo é demonstrar, por meio de exemplos práticos e encenações cotidianas, como a gestão compartilhada entre o poder público e a participação ativa dos cidadãos pode resultar na melhoria contínua dos serviços oferecidos à população paraense.

Como a sociedade participa da gestão dos recursos públicos?

A educação fiscal é o primeiro passo para o exercício do controle social. Através de temas como “A função dos recursos públicos”, o projeto visa ensinar aos jovens e adultos que o acompanhamento orçamentário é um direito civil. A parceria entre as Usinas da Paz e o setor fazendário reforça que a transparência e o engajamento comunitário são pilares para a eficiência da máquina administrativa estadual.

Com a meta de concluir 21 apresentações até o final de junho, o Grupo Estadual de Educação Fiscal do Pará consolida o uso da arte como ferramenta de transformação social. A expectativa é que, ao final deste ciclo, os moradores das áreas atendidas tenham maior clareza sobre o ciclo orçamentário e a importância da integridade tributária para o desenvolvimento sustentável das regiões periféricas da capital.

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