Nick Reiner, filho do renomado diretor de cinema Rob Reiner e da fotógrafa Michele Singer Reiner, declarou-se inocente das acusações de assassinato de seus pais. O casal foi encontrado morto em sua residência na área de Brentwood, em Los Angeles, no dia 14 de dezembro. Nick, de 32 anos, foi preso no mesmo dia e acusado de dois homicídios em primeiro grau com ‘circunstâncias especiais’.
Quais são as consequências legais para Nick Reiner?
Nick Reiner compareceu ao Tribunal Superior de Los Angeles em 23 de fevereiro, onde se declarou inocente. Ele falou apenas uma vez durante a audiência, concordando em retornar ao tribunal em 29 de abril. Se condenado, Nick pode enfrentar a pena de morte ou prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Atualmente, ele está detido sem direito a fiança na Twin Towers Correctional Facility, no centro de Los Angeles. O promotor distrital Nathan Hochman afirmou que sua equipe ainda não decidiu se buscará a pena de morte.
Como ocorreu o crime?
Os certificados de óbito indicam que o corpo de Rob Reiner foi encontrado às 15h45, seguido pelo de Michele Singer Reiner um minuto depois. A causa da morte foi registrada como ‘múltiplas lesões por objeto cortante’, com as circunstâncias descritas como ‘homicídio’ e ‘com faca, por outra pessoa’. O intervalo entre o início do ataque e a morte foi de ‘minutos’, mas a data e hora exatas da morte são desconhecidas.
Qual foi a reação da comunidade?
É relatado que os Reiners participaram de uma festa organizada por Conan O’Brien na noite anterior aos assassinatos, onde Nick teria se envolvido em uma discussão verbal com Bill Hader. O’Brien expressou seu choque com a morte do casal:
“Minha esposa e eu os víamos muito, e eles eram pessoas tão adoráveis. E ter essa experiência de dizer boa noite a alguém e descobrir no dia seguinte que eles se foram… Acho que fiquei em choque por um bom tempo depois disso.”
Após a notícia, homenagens ao diretor Rob Reiner vieram de personalidades como Jack Black, Jane Fonda, Stephen King, Barack e Michelle Obama, Paul McCartney e Meg Ryan.
Fonte original: NME