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Netanyahu apoia bloqueio do Estreito de Ormuz anunciado pelos Estados Unidos

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira, 13, que apoia a decisão dos Estados Unidos, sob comando de Donald Trump, de bloquear o Estreito de Ormuz, medida que, segundo o texto original, começou na manhã do mesmo dia. A declaração foi feita em meio à escalada do conflito no Oriente Médio e à percepção do governo israelense de que o Irã teria violado regras das negociações de paz. De acordo com informações do iG, Netanyahu disse que Israel mantém coordenação constante com os norte-americanos.

Em vídeo divulgado por seu gabinete, Netanyahu declarou apoio à posição adotada por Washington e relacionou a decisão ao impasse nas tratativas diplomáticas. Segundo ele, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, informou que as negociações realizadas no Paquistão não produziram um acordo definitivo sobre o conflito no Oriente Médio, descrito no texto como iniciado no fim de fevereiro.

“Nós, naturalmente, apoiamos essa posição firme e estamos em constante coordenação com os Estados Unidos”.

O que Netanyahu disse sobre o cessar-fogo com o Irã?

Também nesta segunda-feira, Netanyahu comentou que o período de cessar-fogo com o Irã pode terminar “em breve”. De acordo com o texto original, o prazo inicialmente estabelecido entre os dois países vai até 21 de abril, mas o premiê israelense afirmou que os direcionamentos podem mudar “da noite para o dia”.

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A fala ocorre em um contexto de tensão crescente sobre a circulação marítima no Golfo e sobre o futuro das negociações. O Estreito de Ormuz é apresentado no texto como um ponto crítico do conflito, por sua relevância para o transporte de petróleo e pela disputa de influência na região.

Como o Irã reagiu à ameaça de bloqueio?

Em resposta ao possível bloqueio norte-americano, o governo do Irã classificou a medida como “ilegal” e afirmou que a ação representa um ato de “pirataria”. Segundo o relato reproduzido pela reportagem original, a posição foi divulgada em comunicado lido durante transmissão de uma TV estatal iraniana.

No mesmo comunicado, o comandante das Forças Armadas iranianas, Khatam al Anbiya, fez um alerta sobre a segurança da navegação na região. A declaração reforça a disposição do governo iraniano de reagir à pressão dos Estados Unidos em torno do estreito.

“nenhum porto do Golfo Pérsico nem do mar da Arábia estará a salvo”

O que Trump afirmou sobre o Estreito de Ormuz?

No domingo, 12, Donald Trump escreveu nas redes sociais que iria “bloquear” todos os navios que tentassem entrar ou sair do Estreito de Ormuz. Ainda segundo o texto, o presidente norte-americano afirmou ter instruído a Marinha a procurar e interceptar embarcações em águas internacionais que tenham pago pedágio ao Irã.

O controle do estreito aparece como um dos pontos centrais da disputa entre Washington e Teerã. Conforme a reportagem original, Trump exigiu que o governo iraniano abrisse imediatamente a passagem para todo o tráfego marítimo, mas o Irã teria se recusado a abrir mão da vantagem estratégica sobre esse corredor marítimo.

  • Netanyahu declarou apoio público à decisão dos Estados Unidos.
  • O governo iraniano classificou a ameaça de bloqueio como ilegal.
  • Trump disse que ordenou a interceptação de embarcações ligadas a pedágios pagos ao Irã.
  • O cessar-fogo citado no texto tem prazo inicial até 21 de abril.

A manifestação de Netanyahu amplia o alinhamento político entre Israel e Estados Unidos em um momento de alta sensibilidade regional. Já a reação iraniana indica que o Estreito de Ormuz continua no centro da crise descrita pela reportagem, com impacto direto sobre a segurança marítima e sobre o andamento das negociações.

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