O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) promoveu, nesta sexta-feira, 8 de maio, uma reunião com representantes da rede de proteção à criança e ao adolescente que atuam na Microrregião 9 do Conselho Tutelar da Capital, em Porto Alegre. O encontro ocorreu no auditório do Palácio do Ministério Público e foi conduzido pela promotora de Justiça Carla Cabral Lena Souto, com a participação das promotoras Luciana Moraes Dias, Lessandra Bergamaschi e Lisete Erbes.
De acordo com informações do MPRS, a reunião teve como objetivo fortalecer a articulação interinstitucional e aprimorar o atendimento prestado à população infantojuvenil. A iniciativa integra o Projeto Piloto de Articulação da Rede de Proteção de Crianças e Adolescentes, que busca estimular o diálogo permanente entre os diferentes atores envolvidos, promovendo maior integração das ações e respostas mais eficazes às demandas existentes. A Microrregião 9 abrange os bairros Agronomia e Lomba do Pinheiro.
Quais foram os principais temas debatidos na reunião?
Durante a reunião, foram debatidas estratégias para intensificar a comunicação entre os órgãos, qualificar o compartilhamento de informações e construir encaminhamentos conjuntos para os casos atendidos. As promotoras de Justiça ressaltaram a importância de uma atuação integrada e contínua, destacando que o trabalho em rede é fundamental para garantir a efetividade da proteção integral prevista na legislação. Os principais pontos discutidos incluíram:
- Intensificação da comunicação entre os órgãos da rede de proteção
- Qualificação do compartilhamento de informações
- Construção de encaminhamentos conjuntos para os casos atendidos
Qual é o compromisso do MPRS com a proteção infantojuvenil?
As promotoras reafirmaram o compromisso do MPRS em colaborar com os demais integrantes da rede na defesa dos direitos de crianças e adolescentes. A promotora Carla Cabral Lena Souto destacou que o trabalho em rede é essencial para garantir respostas mais eficazes e integradas às demandas existentes, alinhando-se ao que prevê a legislação de proteção integral.