Marco Rubio, secretário de Estado e conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, está em campanha presidencial para 2028, trazendo uma agenda própria. De acordo com informações do TeleSUR, Rubio, oriundo da comunidade cubano-americana, conduz uma diplomacia paralela que atende aos interesses do anticastrismo e do sionismo.
Qual é a estratégia de Rubio na América Latina?
Rubio é acusado de manipular informações sobre conversas com Caracas e Havana e de utilizar agentes em Miami e no México para desestabilizar governos. Entre seus aliados estão o congressista Carlos Giménez e Rosa María Payá, infiltrada na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA.
“Desde o Congresso dos Estados Unidos denunciamos sua penosa desfachatez!”
, escreveu Giménez em X após criticar a presidente Claudia Sheinbaum.
Quem são os aliados de Rubio?
Rubio conta com o apoio de figuras como Carlos Giménez, Mario Díaz-Balart e María Elvira Salazar. Ele também tem ligações com o movimento conservador Tea Party e recebeu apoio financeiro de grandes empresários como Larry Ellison e Sheldon Adelson. Sua relação com Trump é complexa, mas ele se tornou um membro influente do gabinete, ocupando simultaneamente os cargos de secretário de Estado e conselheiro de Segurança Nacional.
Quais são as implicações políticas?
Rubio enfrenta desafios com a política migratória de Trump, especialmente na Flórida, onde a comunidade cubano-americana tem grande influência. A congressista María Elvira Salazar, por exemplo, enfrenta oposição de grupos como a John Birch Society, que defende a deportação de imigrantes.