O lucro líquido da Vivo cresceu 11,2% em 2025, atingindo R$ 6,17 bilhões, em comparação aos R$ 5,55 bilhões registrados em 2024. De acordo com informações do Mobile Time, a receita operacional líquida da operadora também apresentou um avanço significativo de 6,7%, passando de R$ 55,85 bilhões para R$ 59,6 bilhões.
Qual é a principal fonte de receita da Vivo?
A principal fonte de receita da Vivo continua sendo os serviços móveis, que contribuíram com 64% do faturamento de 2025, totalizando R$ 38,4 bilhões. Este segmento teve um crescimento de 6,6% em relação ao ano anterior. Dentro dos serviços móveis, o pós-pago se destacou, representando 86% da receita, ou R$ 32,9 bilhões, um aumento de 9,5%. Em contrapartida, o pré-pago registrou uma queda de 8,4%, com receita reduzida para R$ 5,4 bilhões.
Como se comportaram outras áreas de receita da Vivo?
O faturamento com a venda de aparelhos subiu 5,8%, alcançando R$ 3,95 bilhões. A área de dados corporativos, TIC e serviços digitais foi a que mais cresceu, com um aumento de 17,1%, passando de R$ 4,7 bilhões em 2024 para R$ 5,5 bilhões em 2025. No entanto, o segmento de telefonia fixa, xDSL, FTTC e IPTV, classificado como “outras receitas”, apresentou uma queda de 8,7% na receita operacional líquida, de R$ 4,3 bilhões para R$ 3,9 bilhões.
Quais foram os resultados do quarto trimestre de 2025?
No quarto trimestre de 2025, a Vivo registrou um lucro líquido de R$ 1,88 bilhão, um aumento de 6,5% em relação ao mesmo período de 2024. A receita operacional líquida foi de R$ 15,6 bilhões, um crescimento de 7,1%, enquanto o Ebitda foi de R$ 6,7 bilhões, uma melhora de 8,1%, resultando em uma margem de 42,9%.
Como está a base de clientes móveis da Vivo?
A Vivo encerrou 2025 com 103 milhões de linhas móveis em serviço, um crescimento de 1% em 12 meses. Destas, 71 milhões são linhas pós-pagas, que cresceram 7,6% em um ano, enquanto as linhas pré-pagas encolheram 11%, totalizando 32 milhões. É importante destacar que das 71 milhões de linhas pós-pagas, 51 milhões são usadas em celulares por humanos, enquanto 20 milhões estão em dispositivos M2M e placas.
Fonte original: Mobile Time