Na quinta-feira, dezenas de líderes mundiais e delegações nacionais se reunirão em Washington DC para o encontro inaugural do Conselho de Paz de Donald Trump. No entanto, importantes aliados europeus recusaram-se a participar, criticando o financiamento obscuro e o mandato político da organização. De acordo com informações do The Guardian, a Casa Branca indicou que a cúpula funcionará como uma rodada de arrecadação de fundos, com Trump anunciando nas redes sociais que países prometeram mais de R$ 25 bilhões para a reconstrução de Gaza, devastada pela guerra com Israel e em crise humanitária.
Qual é o objetivo do Conselho de Paz de Trump?
O conselho foi inicialmente formado com o objetivo principal de reconstruir Gaza, mas seu mandato foi ampliado por Trump para incluir a resposta a outros conflitos globais. Apesar do entusiasmo característico do presidente, o encontro do Conselho de Paz será recebido com ceticismo, com expectativas limitadas tanto para a reunião em Washington quanto no Oriente Médio. O plano de paz e recuperação de 100 dias, anunciado por Jared Kushner em Davos, está paralisado, e a ajuda a Gaza continua escassa.
Quais são as críticas ao Conselho de Paz?
Aaron David Miller, membro sênior da Carnegie Endowment for International Peace e ex-diplomata dos EUA, comentou sobre a iniciativa:
“O conselho é uma maneira conveniente para um presidente interessado em vitórias rápidas, transações e muito movimento em vez de um movimento sério, como uma forma de projetar que as coisas de alguma forma… não estão mortas.”
— Publicidade —Google AdSense • Slot in-article
Ele destacou que, embora promessas impressionantes possam ser feitas, cumpri-las é um desafio diferente.
Fonte original: The Guardian