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Itália vira alvo da imprensa após ficar fora da Copa do Mundo de 2026

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A Itália está oficialmente fora da Copa do Mundo de 2026 após ser eliminada pela Bósnia e Herzegovina na repescagem das eliminatórias europeias. A queda ocorreu nesta terça-feira, 31 de março de 2026, na casa dos bósnios, depois de empate por 1 a 1 e derrota nos pênaltis por 4 a 1. Segundo a repercussão descrita pela imprensa esportiva, o resultado ampliou a crise da Azzurra e consolidou um marco negativo para a seleção italiana. De acordo com informações do GE Futebol, jornais italianos, franceses e espanhóis classificaram a eliminação com termos como fracasso, derrota histórica e drama do futebol mundial.

Para o Brasil, a ausência italiana retira do Mundial de 2026 uma das seleções mais tradicionais da história do torneio e uma rival com peso simbólico: italianos e brasileiros decidiram as Copas de 1970 e 1994. O torneio de 2026 será disputado em Estados Unidos, Canadá e México, na primeira edição com 48 seleções.

O noticiário internacional destacou principalmente o peso simbólico da nova ausência italiana em Mundiais. A seleção tetracampeã não disputa uma Copa desde 2014 e, agora, acumula a terceira edição seguida fora do torneio. Para a imprensa local, a eliminação para a Bósnia e Herzegovina representa mais um capítulo de um período de forte instabilidade esportiva para uma das camisas mais tradicionais do futebol mundial.

Como a imprensa internacional descreveu a eliminação da Itália?

Entre os veículos citados, o Corriere dello Sport e o Tuttosport usaram a palavra fracasso para resumir a campanha italiana. O destaque dado pelos jornais foi para a derrota nos pênaltis e para o fato de a Bósnia e Herzegovina ter assegurado a vaga no Mundial, enquanto a Azzurra ficou novamente pelo caminho.

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“Bósnia no Mundial, Azurra fora nos pênaltis: fracasso total”

Outro trecho reproduzido no material reforça o tom crítico da cobertura esportiva italiana após o resultado.

“Itália, mais um fracasso. Os pênaltis condenam a Azzurra”

A Gazzetta dello Sport também adotou uma linha dura e definiu a queda como uma derrota histórica. Fora da Itália, o francês L’Équipe ironizou a eliminação com uma despedida à seleção, enquanto o jornal espanhol Marca classificou o time italiano como o maior drama do futebol mundial.

Por que a eliminação é vista como um marco negativo para a seleção italiana?

O revés cria um recorde negativo para a Itália. De acordo com o texto original, é a primeira vez que uma seleção campeã do mundo fica fora de três Copas do Mundo de forma consecutiva. O dado amplia o contraste entre a tradição da equipe e o desempenho recente em competições classificatórias.

Além do resultado em si, a cobertura da imprensa italiana voltou atenção para o zagueiro Bastoni, expulso ainda no primeiro tempo quando a Itália vencia por 1 a 0. O material informa que jornais italianos criticaram a atuação do defensor e mencionaram um ano desastroso do jogador em 2026. A expulsão apareceu como um dos elementos centrais para explicar a mudança no rumo da partida.

  • Empate por 1 a 1 no tempo normal
  • Vitória da Bósnia e Herzegovina nos pênaltis por 4 a 1
  • Expulsão de Bastoni ainda no primeiro tempo
  • Terceira Copa seguida sem a presença da Itália

Qual é o contexto histórico da ausência italiana em Copas do Mundo?

A última participação da Itália em uma Copa do Mundo ocorreu em 2014, no Brasil. Naquela edição, a equipe caiu ainda na primeira fase, com três pontos em nove disputados. Segundo o texto-base, a seleção venceu a Inglaterra, mas perdeu para Costa Rica e Uruguai, encerrando cedo sua campanha.

Mesmo com a crise recente, a Itália segue entre as seleções mais vitoriosas da história do torneio. O país conquistou os títulos mundiais de 1934, 1938, 1982 e 2006. Além disso, disputou outras duas finais, em 1970 e 1994, ambas perdidas para o Brasil — a primeira por 4 a 1 e a segunda nos pênaltis por 3 a 2, após empate sem gols no tempo normal.

A nova eliminação, portanto, reforça a distância entre o passado vencedor da Azzurra e seu presente nas eliminatórias. Para o leitor brasileiro, isso também ajuda a dimensionar o tamanho da queda de uma seleção que por décadas esteve entre os principais adversários do país em Copas. A repercussão dura da imprensa internacional reflete justamente esse contraste: uma seleção historicamente protagonista do futebol mundial novamente ausente do principal torneio da modalidade.

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