Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do Parlamento iraniano, afirmou que o Irã não aceitará imposições inimigas e está preparado para se defender com firmeza. De acordo com informações da rede TeleSUR, Ghalibaf destacou que o país não busca a guerra, mas responderá com contundência a qualquer agressão.
Como o Irã está se preparando para possíveis agressões?
O líder parlamentar iraniano enfatizou que o sistema de lançamento de mísseis do país foi modificado após agressões anteriores, garantindo que o inimigo não conseguirá destruí-lo. Ghalibaf também destacou a capacidade das Forças Armadas iranianas em interceptar e destruir drones inimigos, utilizando tecnologia nacional.
“O Irã não busca a guerra nem a inicia, mas jamais permitirá que o inimigo lhe imponha seu plano”, afirmou Ghalibaf.
Quais são as consequências das tensões na região?
Desde o início dos ataques americanos e israelenses contra o Irã, em 28 de fevereiro de 2026, as forças iranianas têm respondido com múltiplas ondas de mísseis e drones. Isso tem levado a um rápido esgotamento de munições estratégicas, gerando preocupações sobre a capacidade de reabastecimento dos arsenais dos EUA. A escalada também impactou os mercados energéticos, com o preço do petróleo superando US$ 100 por barril. No Brasil, essa alta da commodity no mercado internacional tradicionalmente pressiona os custos de importação e pode refletir nos preços dos combustíveis comercializados pela Petrobras, com potencial impacto na inflação doméstica.
- Impacto nos mercados energéticos
- Esgotamento de munições estratégicas
- Resposta iraniana com mísseis e drones
Qual é a posição do Irã sobre a presença dos EUA na região?
Ghalibaf sublinhou que o Irã sempre alertou os países vizinhos de que a presença dos Estados Unidos não traria segurança. Ele afirmou que a situação atual comprova essa posição, com as bases americanas se tornando alvos.