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Hidrovia do Madeira transportou 12,1 milhões de toneladas em 2025

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A Hidrovia do Madeira, um dos principais corredores logísticos da Bacia Amazônica, desempenhou um papel crucial na manutenção do fornecimento de mercadorias na Região Norte do Brasil ao longo de 2025, apesar dos severos desafios climáticos e períodos de estiagem. De acordo com informações do Ministério de Portos e Aeroportos, a hidrovia transportou 12,1 milhões de toneladas de janeiro a dezembro, um aumento de 20,4% em relação ao ano anterior.

Como a hidrovia contribuiu para a economia regional?

A via navegável, que conecta a capital rondoniense, Porto Velho, à foz do Rio Madeira em Itacoatiara (AM) e aos portos estratégicos do Arco Norte, foi essencial para o transporte de combustíveis, alimentos e grãos, sustentando a cadeia produtiva local. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou a importância da infraestrutura:

“Mesmo diante dos desafios climáticos, a hidrovia ampliou o volume transportado. Isso significa proteger o abastecimento, sustentar empregos e garantir renda para milhares de famílias que dependem dessa atividade.”

Quais produtos lideraram o transporte em 2025?

Em 2025, a soja foi o principal produto transportado, com 7 milhões de toneladas, seguida por milho (3 milhões) e petróleo e seus derivados (1 milhão). O escoamento fluvial dessas mercadorias, em grande parte oriundas de estados produtores como Mato Grosso e Rondônia, não só reduziu os custos logísticos em comparação ao modal rodoviário, como também ampliou a competitividade e a estabilidade econômica na região.

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Qual foi o papel do monitoramento e coordenação?

A estabilidade das operações durante a estiagem foi garantida por um monitoramento contínuo das condições de navegação. O secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Burlier, afirmou que o acompanhamento das condições hidrológicas é crucial para reduzir riscos:

“Manter a hidrovia operando mesmo com variações no nível dos rios é fundamental para garantir segurança às populações e estabilidade às atividades econômicas da região.”

O trabalho de monitoramento envolveu a atuação integrada do Ministério de Portos e Aeroportos, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), órgãos responsáveis pela regulação e manutenção da infraestrutura de transportes do país.



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