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Fernando Haddad diz que Lula enfrentará filho de Bolsonaro e critica retrocessos

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Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, afirmou neste domingo, 26 de abril de 2026, durante o 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, que o presidente Lula deve disputar a eleição contra “o Bolsonarinho, o filho de Jair Bolsonaro”. Na fala, feita no evento do PT, Haddad também criticou o governo anterior, disse que o país vive um processo de reconstrução e rejeitou a possibilidade de retrocessos. De acordo com informações do DCM, a declaração foi publicada neste domingo.

Segundo o relato, Haddad vinculou sua crítica ao período posterior ao governo Bolsonaro e afirmou que a retomada de políticas públicas vem sendo feita desde o início do atual mandato. Ele também defendeu que o governo não deve se limitar a recuperar ações anteriores, mas apresentar novas propostas à população.

O que Fernando Haddad disse no congresso do PT?

Durante o discurso, Haddad afirmou que o Brasil passa por uma reconstrução baseada na retomada de políticas públicas e na mobilização coletiva. Ao criticar a gestão anterior, declarou que “Lula vai concorrer com o Bolsonarinho, o filho de Jair Bolsonaro. Uma família que só entregou caos”.

“Lula vai concorrer com o Bolsonarinho, o filho de Jair Bolsonaro. Uma família que só entregou caos”.

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Na mesma linha, o ex-ministro disse que “não podemos, de maneira nenhuma, considerar a hipótese de retrocesso”, reforçando a necessidade de continuidade das ações do atual governo e da agenda defendida pelo PT.

Como Haddad descreveu a reconstrução do país?

De acordo com o texto original, Haddad afirmou que a recuperação ocorreu de forma gradual desde 1º de janeiro de 2023. Em sua fala, ele mencionou a recomposição de políticas públicas e a reorganização de áreas que classificou como estratégicas.

“Foi grão a grão, desde o 1º de janeiro de 2023, que fomos reconstruindo as políticas públicas que nos orgulham tanto”.

Ele também sustentou que o momento político exige mais do que retomar iniciativas do passado. Segundo Haddad, é necessário apresentar um programa que avance além da reconquista de medidas já conhecidas e ofereça novas propostas ao eleitorado.

“Nós não podemos ficar só na reconquista. Temos que oferecer ao povo brasileiro um programa que vá além”.

Quais pontos Haddad usou para defender a recuperação?

No encerramento da fala destacada pela publicação, Haddad citou indicadores econômicos para argumentar que o país voltou aos trilhos em um curto período. Entre os pontos mencionados por ele, estão:

  • desemprego na mínima histórica;
  • desigualdade na mínima histórica;
  • inflação na mínima histórica;
  • retomada de investimentos em programas sociais;
  • retomada de investimentos em infraestrutura.

Essas declarações foram apresentadas por Haddad como evidência de que o governo conseguiu reorganizar políticas e retomar iniciativas em três anos. O texto original, porém, não detalha os números citados nem traz dados adicionais para esses indicadores.

“Em tão pouco tempo, fomos capazes de colocar esse país nos trilhos, de ver o desemprego na mínima histórica, a desigualdade na mínima histórica e a inflação na mínima histórica”.

A manifestação ocorreu em um contexto partidário, no congresso nacional do PT, e foi usada por Haddad para reforçar a crítica ao governo anterior e defender a continuidade de um projeto político ligado ao presidente Lula. A publicação também informa que o discurso foi acompanhado de vídeo e de registro do evento partidário.

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