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DLSS 4.5 da NVIDIA introduz recurso para compilação automática de shaders

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Detailed view of a GeForce RTX graphics card installed in a computer setup, highlighting modern technology.
Detailed view of a GeForce RTX graphics card installed in a computer setup, highlighting modern technology. Foto: Matheus Bertelli — Pexels License (livre para uso)

A NVIDIA anunciou, no início de abril de 2026, o lançamento da tecnologia DLSS 4.5, que traz uma solução definitiva para um dos maiores problemas enfrentados pelos jogadores de computador: a compilação repetitiva de arquivos gráficos. Para o mercado brasileiro, onde o elevado custo do hardware torna a otimização de software essencial para a comunidade gamer, a novidade promete melhorar a estabilidade sem exigir a troca imediata de peças. O novo recurso, focado em otimizar o desempenho de software em títulos que utilizam a API DirectX 12, permite que os processos de pré-carregamento ocorram em segundo plano, mesmo quando os jogos não estão em execução.

De acordo com informações do Canaltech, a atualização do sistema engloba aprimoramentos significativos no gerador de quadros, na tecnologia de Super Resolution e, primordialmente, no compilador de shader. Essa iniciativa técnica visa eliminar a necessidade de aguardar longas telas de carregamento após atualizações de drivers de vídeo ou instalação de pacotes de dados dos próprios jogos.

Como funciona o recurso Auto Shader Compilation (ASC)?

A principal inovação apresentada pela NVIDIA atende pelo nome de Auto Shader Compilation. Atualmente em fase de testes beta, a funcionalidade altera fundamentalmente a maneira como o computador processa os elementos visuais antes de renderizar uma aplicação interativa na tela do usuário.

Historicamente, os jogos eletrônicos instalados com os dados já compilados exigiam que todo o procedimento de leitura fosse refeito do zero a cada vez que o jogador realizava um update no driver da placa de vídeo ou instalava uma correção no próprio software. Agora, o sistema executa essa tarefa de modo automatizado, bastando apenas que o título esteja previamente armazenado no disco da máquina.

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Quais são os passos para ativar a compilação automática no NVIDIA App?

Para que os usuários possam usufruir da nova funcionalidade e mitigar os gargalos de processamento, é necessário cumprir requisitos específicos de software e configuração. O procedimento de ativação exige atenção aos menus internos de gerenciamento da placa de vídeo.

Os requisitos e etapas para a habilitação do sistema incluem os seguintes critérios técnicos estabelecidos pela fabricante de hardware:

  • Instalar obrigatoriamente a versão do driver 595.97 no computador.
  • Acessar o aplicativo NVIDIA App e navegar até o menu de Configurações Globais.
  • Entrar na seção Elemento Gráfico e localizar a opção Cache de Shaders.
  • Ativar a função e definir o espaço de armazenamento alocado em gigabytes, ou permitir que o próprio driver gerencie esse volume de modo dinâmico.

A fabricante destaca que é altamente recomendável a utilização de uma unidade de armazenamento de estado sólido (SSD) para abrigar esses arquivos, visando garantir a velocidade adequada na leitura e gravação. O espaço livre no disco é apontado como um fator determinante para a eficácia do recurso visual.

O que muda na geração de quadros com a linha GeForce RTX 50?

Além do aprimoramento no armazenamento de dados de compilação, o pacote de atualizações do DLSS 4.5 introduz melhorias exclusivas voltadas para a nova geração de hardware. A arquitetura das placas de vídeo da série GeForce RTX 50 recebe um recurso de controle de substituição para a geração de múltiplos quadros de maneira totalmente dinâmica.

Essa ferramenta opera de modo independente para selecionar o multiplicador da tecnologia para atingir a taxa de quadros por segundo estipulada como meta pelo jogador, ou para sincronizar perfeitamente com a taxa máxima de atualização de imagem suportada pelo monitor do equipamento.

A tecnologia, que havia sido demonstrada de forma prévia pela empresa, passa agora a ficar disponível de modo amplo por meio do painel oficial. Na prática operacional, caso um usuário possua um monitor com especificações elevadas, como a taxa de atualização de 240 Hz, o gerador apresenta capacidade técnica para escalar a multiplicação em quatro vezes e até mesmo em seis vezes. Esse salto de desempenho ocorre de maneira mais evidente quando o sistema processa um ambiente virtual considerado pesado e altamente detalhado.

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