Débora Ferraz foi eleita a melhor queijista do Brasil na terceira edição do concurso nacional realizado dentro da programação do 4º Mundial do Queijo do Brasil, entre os dias 16 e 19 de abril de 2026. A premiação reconheceu o desempenho da profissional em critérios técnicos ligados à preparação de tábuas, conhecimento sobre os queijos e atendimento ao cliente. De acordo com informações da Revista Fórum, a vencedora agora se junta a outros nomes já premiados na disputa.
Segundo o relato publicado pela fonte, a competição exigiu mais do que a avaliação de sabores. A vencedora demonstrou domínio em aspectos como estética e harmonia das tábuas, precisão no corte, conhecimento sobre origem dos queijos, tipos de leite e processos de maturação, além da capacidade de apresentar ao cliente a história de cada produto e manuseá-lo sem desperdício.
Como Débora Ferraz conquistou o título?
O concurso avaliou competências práticas e teóricas ligadas ao trabalho do queijista. A reportagem destaca que a disputa envolveu diferentes quesitos técnicos, com foco na apresentação dos produtos e na relação entre o profissional, o queijo e o consumidor final.
- Preparação de tábuas, com atenção à estética e à harmonia de sabores
- Precisão no corte dos queijos
- Conhecimento sobre origem, tipos de leite e maturação
- Atendimento ao cliente e capacidade de contextualizar cada peça
- Habilidade manual para evitar desperdícios e preservar o produto
Em publicação nas redes sociais, Débora Ferraz compartilhou imagens de sua participação e escreveu estar “prontíssima para representar lindamente o Brasil no Mundial de Tours na França, em 2027”.
Qual é a importância do concurso para o setor?
A vitória coloca Débora Ferraz ao lado de Marina Cavechia, vencedora de 2022, e Anderson Aguiar, vencedor de 2024. O resultado, de acordo com a matéria, reforça o papel do queijista no crescimento do mercado de queijos artesanais no país, em um momento de maior visibilidade para o segmento.
O evento também contou com a presença de Roland Barthélemy, presidente da Guilde Internationale des Fromagers, entidade citada pela reportagem como referência internacional no setor. A participação dele foi apresentada como um indicativo da relevância da premiação no cenário especializado.
“Ser um queijista é ser o mestre de cerimônias entre o produtor e o consumidor. É quem garante que o esforço do campo chegue perfeito à mesa”
O que a premiação representa para a vencedora?
Conforme a Revista Fórum, vencer a edição de 2026 não significa apenas receber um troféu nacional. A conquista também funciona como vitrine para o mercado europeu, onde a cultura do queijo tem forte tradição. Nesse contexto, o reconhecimento pode ampliar a projeção profissional da campeã em ambientes especializados.
A reportagem ainda apresenta a premiação como parte de um processo mais amplo de valorização da atividade de queijista no Brasil. Ao destacar técnica, atendimento e conhecimento de produto, o concurso ajuda a dar visibilidade a uma função associada à cadeia dos queijos artesanais e à conexão entre produção e consumo.