No dia 20 de fevereiro de 1957, foi criada a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), no âmbito do Ministério da Agricultura e Pecuária, com o objetivo de recuperar e expandir a lavoura cacaueira brasileira. Em 2026, portanto, a instituição completa 69 anos. De acordo com informações do Ministério da Agricultura, a Ceplac tem sido fundamental para o crescimento e fortalecimento da cadeia produtiva do cacau no Brasil.
Como a Ceplac impactou a produção de cacau?
Entre as décadas de 1960 e 1980, a produção nacional de cacau registrou crescimento superior a 300%.
“Celebrar os 69 anos da Ceplac é reconhecer uma trajetória consistente de compromisso com a ciência, com o agricultor e com o desenvolvimento nacional no campo”,
destacou o diretor da Ceplac, Thiago Guedes. A instituição consolidou-se como referência em tecnologia aplicada à cacauicultura, especialmente nas áreas de melhoramento genético, sanidade vegetal e sistemas produtivos sustentáveis.
Quais são as principais atuações da Ceplac atualmente?
Atualmente, a Ceplac está presente nos estados da Bahia, Pará, Espírito Santo, Rondônia, Mato Grosso e Amazonas. A atuação nesses estados abrange alguns dos principais polos da cacauicultura brasileira, com destaque histórico para a Bahia e avanço recente da produção no Pará. A instituição possui um dos mais importantes bancos de germoplasma de cacau do país, essencial para a pesquisa e conservação genética. Além disso, a Ceplac desempenha papel fundamental na capacitação de produtores e na assistência técnica e extensão rural.
- Programa Cacau Brasil Agrofloresta: lançado durante a COP30, visa reverter o desmatamento com o plantio de cacaueiros em sistemas agroflorestais.
- Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira (Procacau): foca na modernização e fortalecimento da cacauicultura brasileira.
Fonte original: Ministério da Agricultura
