As mudanças climáticas estão intensificando a atividade de incêndios florestais, especialmente em florestas temperadas e boreais, de acordo com um estudo da NASA. Os satélites Terra e Aqua da agência detectam incêndios ativos duas vezes ao dia, fornecendo dados cruciais para comunidades e gestores de terras. Fonte original.
Como as mudanças climáticas afetam os incêndios florestais?
O estudo revelou que a atividade extrema de incêndios florestais mais que dobrou globalmente. As florestas de coníferas temperadas do oeste dos EUA e as florestas boreais da América do Norte e Rússia são as mais afetadas. As temperaturas noturnas mais quentes permitem que os incêndios continuem durante a noite.
“A temporada de incêndios está ficando mais longa, e as emissões maiores”, destacam os pesquisadores.
- Incêndios florestais aumentaram em 60% nas emissões de carbono entre 2001 e 2023.
- Em 2023, condições extremas no Canadá resultaram em incêndios que liberaram cerca de 640 milhões de toneladas métricas de carbono.
Qual é o papel das atividades humanas?
Embora algumas variações climáticas sejam naturais, a mudança climática causada pelo homem é a principal responsável pelo aumento das condições propícias a incêndios. A combinação de acúmulo de combustível e condições mais quentes e secas aumenta o potencial para incêndios extremos.
Como a NASA ajuda no monitoramento de incêndios?
A NASA oferece ferramentas de monitoramento em tempo real, como o Fire Information for Resource Management System (FIRMS) e o Worldview, que permitem a observação de incêndios e outros eventos naturais. Esses dados ajudam na análise de tendências emergentes e na gestão de riscos associados à fumaça de incêndios florestais.