Simões Filho, na Bahia, está entre os seis municípios brasileiros que se tornarão laboratórios práticos para ações de prevenção de riscos de desastres e desenvolvimento urbano sustentável, segundo informações divulgadas pelo Ministério das Cidades. Localizada na Região Metropolitana de Salvador, a cidade faz parte da segunda fase do projeto Desenvolvimento Urbano Integrado com enfoque na Redução de Riscos de Desastres Geo-hidrológicos.
O que é o projeto e quem está envolvido?
A iniciativa é coordenada pelo Ministério das Cidades, em parceria com a Fundação Fiocruz, oferecendo mentoria para projetos-piloto no local da intervenção. Em Simões Filho, as ações são conduzidas pelas Secretarias de Compras Públicas e Planejamento e de Habitação, com foco no enfrentamento de áreas vulneráveis por meio da requalificação urbana e da regularização fundiária.
Quais são os objetivos e ferramentas do projeto?
O projeto visa romper ciclos históricos de inundações e riscos à saúde pública, aliando melhorias habitacionais, desenho urbano e atuação integrada das secretarias municipais. Um aplicativo está sendo finalizado para agilizar o envio de alertas de risco e receber chamados da população, proporcionando uma resposta mais rápida em eventos climáticos extremos.
Qual a importância do projeto segundo as autoridades?
O secretário nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Carlos Tomé Junior, destacou:
“É por meio de projetos como esse que conseguimos transformar o planejamento urbano em uma ferramenta concreta e preparar as cidades para os desafios que estão por vir”
Além de Simões Filho, integram a lista de municípios selecionados:
- Nova Friburgo (RJ)
- Paraíba do Sul (RJ)
- Petrópolis (RJ)
- Belo Horizonte (MG)
- Nova Lima (MG)
As ações começam em março de 2026, com uma oficina presencial prevista para maio de 2026.
