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Sargento dos EUA é preso após lucrar R$ 2 milhões em captura de Maduro

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O sargento das forças especiais dos Estados Unidos, Gannon Ken Van Dyke, foi preso no dia 23 de abril por autoridades federais sob suspeita de ter lucrado mais de R$ 2 milhões em apostas relacionadas à captura de Nicolás Maduro. De acordo com informações do G1, o sargento teria usado a plataforma Polymarket para realizar 13 apostas, totalizando cerca de US$ 33 mil, entre 27 de dezembro e 2 de janeiro.

As operações aparentam ter sido distribuídas de maneira estratégica para evitar levantarem suspeitas. Após receber os lucros, Van Dyke teria transferido a maior parte dos fundos para uma carteira de criptomoedas no exterior e, posteriormente, para uma conta nova em uma corretora online. A estratégia envolveu o uso do anonimato proporcionado por endereços digitais de criptomoedas, dificultando o rastreamento das transações pelas autoridades.

Qual foi o envolvimento de Van Dyke na captura de Maduro?

O militar esteve diretamente envolvido na operação que levou à captura de Nicolás Maduro, então líder venezuelano, conhecida como “Operação Resolução Absoluta”. No dia dessa operação, ele teria sacado os ganhos supostamente ilegais acumulados por meio da Polymarket. Relatos sobre movimentações financeiras atípicas começaram a circular na imprensa e redes sociais logo após o anúncio oficial da captura.

A investigação revelou que Van Dyke tentou ocultar sua identidade, o que incluiu o pedido de exclusão de uma conta na plataforma de apostas, sob a alegação de ter perdido acesso ao e-mail associado. Em seguida, ele alterou o endereço de e-mail vinculado à sua conta de criptomoedas, utilizando um novo endereço criado recentemente e que não estava registrado em seu nome.

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Quais acusações Van Dyke enfrenta?

O sargento enfrenta três acusações de violação da Lei de Bolsa de Mercadorias, que preveem pena máxima de até dez anos cada. Além disso, ele responde a acusação de fraude eletrônica, com pena de até 20 anos, e transação monetária ilegal, também com pena de até dez anos. Segundo o procurador-geral interino do FBI, Todd Blanche, “os nossos homens e mulheres em serviço recebem acesso a informações confidenciais para cumprir suas missões com segurança e eficácia, e são proibidos de usar esses dados altamente sensíveis para obter vantagem financeira pessoal”.

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