Cuba não deve atender ao prazo mencionado pelos Estados Unidos para libertar 1.250 presos políticos, segundo declarações atribuídas ao embaixador cubano na ONU, Ernesto Soberón Guzmán, em texto publicado em 25 de abril de 2026. A reportagem afirma que o prazo terminaria na segunda-feira, dia 27, e relata que Havana teria sinalizado que está preparada para diferentes cenários, em meio à tensão diplomática entre os dois países. De acordo com informações do Petronotícias, o impasse envolve a situação de presos políticos e a possibilidade de negociações mais amplas.
Segundo o texto original, autoridades cubanas receberam de representantes do governo de Donald Trump uma solicitação para libertar todos os presos políticos. Em resposta, Ernesto Soberón Guzmán afirmou que Havana não cumpriria o que classificou como ultimato e sustentou que o tema diz respeito a assuntos internos do país. A reportagem também diz que o governo dos EUA segue comprometido com a libertação desses detidos.
O que disse o embaixador cubano na ONU?
O artigo reproduz duas falas atribuídas ao embaixador cubano na ONU sobre a posição de Havana. Em uma delas, ele afirma:
“Questões internas relacionadas aos detidos não estão em discussão”
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Na sequência, o texto também atribui ao diplomata a seguinte declaração:
“Temos nosso sistema legal, assim como eles têm o deles aqui nos EUA. O regime está se preparando para todos os cenários”.
Essas falas são apresentadas como a resposta oficial de Cuba à pressão relatada pela reportagem. O conteúdo não informa, porém, qualquer mudança concreta na situação dos presos citados.
Quais nomes foram mencionados entre os presos políticos?
De acordo com a reportagem, entre os nomes mencionados para possível libertação estão os artistas dissidentes Luis Manuel Otero Alcántara e Maykel Osorbo, integrantes do Movimento San Isidro e condenados em 2022. O texto também cita um relatório recente da ONG Defensores dos Prisioneiros, segundo o qual 1.250 presos políticos estariam detidos em Cuba.
Ao mencionar esse levantamento, o artigo afirma que o número indicaria um agravamento da repressão a direitos fundamentais na ilha. O texto não apresenta, no entanto, detalhes adicionais sobre a metodologia do relatório nem atualização posterior dos dados.
Como Miguel Díaz-Canel respondeu à pressão dos EUA?
A reportagem diz que Miguel Díaz-Canel negou ter recebido um ultimato e afirmou que o momento seria ainda preliminar dentro de um possível processo de diálogo mais amplo. Segundo o texto, ele condicionou qualquer avanço à disposição das partes para negociar em bases de igualdade e respeito à soberania cubana.
“Estamos em uma fase muito preliminar do que pode ser um processo de diálogo mais amplo.”
O artigo também atribui a Díaz-Canel a defesa de que não haveria negociação sobre mudança de regime e reproduz a seguinte fala:
“De jeito nenhum. Se uma das partes não estiver disposta ao diálogo, não estiver disposta à conversa, quiser impor sua vontade, interrompe a conversa, interrompe a negociação. Sempre partimos dessa premissa: uma condição de igualdade, de respeito ao nosso sistema político, à nossa soberania e à nossa independência, sob o princípio da reciprocidade.”
O que a reportagem relata sobre o cenário diplomático e militar?
Na parte final, o texto menciona informações atribuídas ao jornal USA Today sobre conversas em Havana. Segundo esse relato, autoridades americanas teriam alertado para o agravamento da situação econômica cubana e para uma janela curta de oportunidade para reformas. A reportagem acrescenta que Donald Trump e Marco Rubio buscariam uma solução diplomática, embora sem descartar outras opções.
Entre os pontos citados pelo texto estão:
- o prazo de 14 dias mencionado para a libertação dos presos políticos;
- a referência a conversas diplomáticas entre autoridades de Cuba e dos Estados Unidos;
- a menção a avaliação de opções pela Casa Branca;
- o relato de que o Pentágono teria intensificado planejamentos para uma possível operação militar;
- a informação de que um drone de vigilância americano foi detectado nas proximidades de Cuba.
O artigo original apresenta esse conjunto de informações como parte de um cenário de pressão crescente entre Washington e Havana. Como se trata de reescrita fiel do material fornecido, o texto acima reproduz apenas as alegações e declarações atribuídas às fontes citadas na publicação original, sem acrescentar dados externos.