O ESG (Environmental, Social, and Governance) tornou-se um fator crucial para o custo de capital dos bancos. De acordo com informações do Information Age, para os CIOs, isso transforma o middle office em um dos ativos mais significativos no balanço patrimonial. Essas funções operam continuamente em ambientes legados, consumindo energia em capacidade máxima, o que aumenta a pressão para reduzir emissões.
Por que o middle office é um foco de emissões?
As funções do middle office, como reconciliação e normalização de dados, foram projetadas para resiliência, não eficiência. Isso resulta em processos paralelos e infraestruturas redundantes, que consomem energia desnecessariamente. A transição para a nuvem é uma solução promissora, com potencial de reduzir emissões em até 80% sem alterar processos subjacentes.
“A mudança para a nuvem permite uma utilização de computação mais eficiente e elimina infraestruturas intensivas em energia”, afirma Danielle Price, CFO da Duco.
Como a migração para a nuvem impacta as emissões?
A migração de sistemas on-premise para infraestruturas nativas da nuvem é uma das mudanças mais impactantes que as empresas podem fazer para melhorar seu perfil de emissões operacionais. Isso se deve à eficiência estrutural da nuvem, que permite melhorias contínuas ano após ano. Além disso, a escolha de parceiros com compromissos públicos de emissões zero torna-se essencial para atender às exigências de relatórios de sustentabilidade.
Quais são os efeitos da redução de emissões na indústria?
Os processos complexos de dados são centrais para as operações de mercados de capitais, e reduções nas emissões têm um efeito reverberante em toda a indústria. Quando uma infraestrutura compartilhada reduz sua pegada de emissões, todos os clientes dessa infraestrutura se beneficiam simultaneamente, criando um efeito de rede positivo para o ESG.
Fonte original: Information Age