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Raphael Sousa Oliveira, dono da Choquei, é transferido para presídio de segurança máxima

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Raphael Sousa Oliveira, de 31 anos, criador da página Choquei, foi transferido para o Núcleo Especial de Custódia do Complexo Prisional Daniella Cruvinel, em Aparecida de Goiânia, unidade de segurança máxima. A transferência ocorreu na sexta-feira, 17, depois de a Justiça negar um pedido de revogação da prisão. Ele havia sido preso no dia 15, em Goiânia, durante a Operação Narco Fluxo, que investiga transações ilegais estimadas em R$ 1,6 bilhão. De acordo com informações do DCM, a decisão levou em conta a continuidade das investigações.

Antes da transferência, Raphael estava detido na sede da Polícia Federal em Goiânia. Segundo a Polícia Penal, ele passou a seguir a rotina padrão do sistema prisional, com quatro refeições diárias, duas horas de banho de sol e até duas visitas mensais. A defesa informou que apresentou habeas corpus ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, o TRF-3, pedindo a soltura imediata.

Por que Raphael Sousa Oliveira foi transferido?

A transferência ocorreu após a negativa judicial ao pedido de revogação da prisão. Conforme informado pela defesa no texto original, a decisão entendeu ser necessário aguardar o avanço das investigações. Não há no material indicação de mudança na acusação ou de novo fato específico além da manutenção da custódia e da transferência para a unidade prisional em Aparecida de Goiânia.

O advogado Pedro Paulo Medeiros afirmou, segundo a reportagem, que a prisão não possui fundamentação individualizada e que as diligências já foram concluídas. A equipe jurídica também avalia novos recursos após a negativa em primeira instância.

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O que a Operação Narco Fluxo investiga?

De acordo com a investigação citada pela reportagem, Raphael é suspeito de atuar como operador de mídia de uma organização criminosa, com a função de divulgar conteúdos favoráveis e promover plataformas ligadas ao grupo investigado. A Polícia Federal aponta que a estrutura teria como principal beneficiário Ryan Santana dos Santos, conhecido como MC Ryan SP.

Os investigadores identificaram que Raphael recebeu cerca de R$ 370 mil por serviços de publicidade. Desse total, R$ 270 mil teriam sido movimentados entre 2024 e 2025, enquanto R$ 100 mil teriam origem desconhecida, segundo a apuração. A defesa sustenta que os repasses estariam ligados a práticas comuns no meio artístico, com pagamentos feitos por terceiros.

Quais elementos aparecem nos documentos da investigação?

Documentos da 5ª Vara Federal de Santos, mencionados no texto original, indicam que a organização investigada utilizava diferentes mecanismos para movimentar recursos. Entre os métodos citados estão apostas ilegais, rifas digitais, empresas de fachada, contas de terceiros e criptoativos.

  • Apostas ilegais
  • Rifas digitais
  • Empresas de fachada
  • Contas de terceiros
  • Criptoativos

A apuração, ainda segundo a reportagem, é um desdobramento de operações anteriores e teve origem na análise de dados extraídos de dispositivos ligados a um contador investigado. O texto não informa, porém, o estágio processual completo dos demais investigados nem eventual denúncia formal apresentada até o momento.

Quem mais foi citado na operação?

Além de Raphael Sousa Oliveira, outros influenciadores e produtores de conteúdo foram presos, de acordo com a matéria. Entre os nomes citados está Chrys Dias, que, segundo o texto, tem milhões de seguidores nas redes sociais. A reportagem também destaca que a página Choquei, criada por Raphael, soma mais de 27 milhões de seguidores e ficou conhecida por publicações sobre celebridades, reality shows e temas de grande repercussão.

O caso segue sob investigação, enquanto a defesa tenta reverter a prisão por meio de habeas corpus e avalia a apresentação de novos recursos judiciais.

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