Entre 2023 e 2025, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania realizou mais de 190 viagens, acumulando gastos que ultrapassam R$ 1,2 milhão. De acordo com informações da Revista Oeste, essas viagens foram lideradas por integrantes da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+.
Symmy Larrat Brito de Carvalho, secretária nacional, teve despesas que somam cerca de R$ 550 mil com 94 viagens ao todo. Lucas Santiago Vilela, coordenador-geral de Assuntos Internacionais, também se destacou com R$ 275 mil gastos, principalmente em deslocamentos internacionais.
Quais são os gastos detalhados de viagens?
Segundo a Revista Oeste, Symmy Larrat lidera os gastos com cerca de R$ 558.770,72 em despesas para 94 viagens, sendo 78 nacionais e 16 internacionais. Lucas Santiago gastou aproximadamente R$ 275.333,18 em 12 viagens, das quais apenas uma foi nacional.
Alessandro Santos Mariano, chefe de gabinete, registrou aproximadamente R$ 200 mil com 46 viagens. Além dele, Hiago Mendes Guimarães acumulou cerca de R$ 160 mil em gastos.
Por que essas viagens são necessárias?
Os documentos justificam que as viagens são para participação em fóruns internacionais sobre direitos humanos, com enfoque na pauta LGBTQIA+. Os destinos frequentes incluem eventos em Nova York, Genebra e Amsterdã. O objetivo é fortalecer a presença do Brasil em fóruns internacionais e construir parcerias estratégicas.
O que diz o Ministério dos Direitos Humanos?
Em nota, o ministério informou que as viagens seguem rigorosamente as normas da administração pública e são autorizadas de acordo com critérios técnicos e interesse público, como informado à Revista Oeste.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) alegou que essas viagens proporcionaram cooperações e acordos que beneficiaram a formulação de políticas públicas nacionais. As missões possuem objetivos definidos, são registradas e prestam contas, assegurando transparência e controle.