Emanoelle Martins Guedes de Farias, de 40 anos, e seu filho, Francisco Farias Antunes, de nove, morreram na tarde de segunda-feira, 30 de março de 2026, após caírem de uma bicicleta elétrica e serem atingidos por um ônibus na rua Conde Bonfim, na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. Segundo relatos de testemunhas, os dois teriam sido fechados por um carro, o que fez Emanoelle perder o controle da bicicleta. Ela morreu no local, e a criança morreu a caminho do Hospital do Andaraí, após atendimento do Samu. De acordo com informações da Folha de S.Paulo, o caso é investigado pela 9ª DP, na Tijuca.
O acidente ocorreu no início da tarde e mobilizou equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e do Samu. Duas faixas da via chegaram a ser interditadas durante o atendimento da ocorrência. Até a publicação da reportagem original, a dinâmica do caso era apurada com base em relatos de testemunhas. O caso também ocorre em meio ao debate sobre segurança viária nas grandes cidades brasileiras e sobre a circulação de bicicletas elétricas em vias urbanas, tema que vem ganhando espaço com a expansão desse meio de transporte no país.
Quem eram as vítimas do acidente na Tijuca?
Emanoelle era geógrafa, formada pela UFRJ. Segundo a reportagem, ela pesquisou temas como Bolívia, conflitos territoriais, integração, geoeconomia e gás. A universidade, por meio do Departamento de Geografia, lamentou a morte.
Francisco, conhecido como Chico, tinha nove anos e estudava no Colégio Pedro 2º, na Tijuca. O Pedro 2º é uma instituição federal tradicional de ensino básico no Rio de Janeiro. Ele era filho do humorista Vinicius Cacofonias e aparecia em vídeos publicados nas redes sociais ao lado do pai, em conteúdos descritos pela reportagem como bem-humorados, politizados e filosóficos.
O que se sabe sobre a investigação do caso?
De acordo com os relatos citados na reportagem, mãe e filho ocupavam a bicicleta elétrica quando teriam sido fechados por um carro. Após a queda, os dois foram atingidos por um ônibus. A 9ª DP, na Tijuca, investiga as circunstâncias do acidente.
Até o momento descrito no texto original, não havia detalhamento adicional sobre identificação de motorista, eventuais responsabilidades ou conclusão pericial. O que se sabe, segundo a publicação, é que os agentes de resgate e segurança atuaram no local logo após a ocorrência. No Rio, as delegacias distritais da Polícia Civil são responsáveis pelo registro e pela apuração inicial de casos como esse.
- Data do acidente: segunda-feira, 30 de março de 2026
- Local: rua Conde Bonfim, Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro
- Vítimas: Emanoelle Martins Guedes de Farias, 40, e Francisco Farias Antunes, nove
- Atendimento: Samu, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros
- Investigação: 9ª DP, na Tijuca
Como familiares e instituições reagiram à morte de mãe e filho?
O Colégio Pedro 2º divulgou uma nota de pesar sobre a morte de Francisco. A escola afirmou que o aluno era sensível, inteligente e “sabido da vida”.
“É difícil imaginar nossos dias sem a presença desse incrível menino”
Vinicius Cacofonias também se manifestou nas redes sociais após a morte do filho. Segundo a reportagem, ele republicou um vídeo e publicou uma despedida. Em um dos trechos reproduzidos pela Folha, o humorista escreveu:
“É o dia mais triste da minha vida. Mas vivemos quase 10 anos muito felizes”
“Foi a melhor coisa da vida ser seu pai e continuarei sendo na memória”
A reportagem também menciona que pai e filho compartilhavam vídeos nas redes sociais e falavam sobre temas variados, incluindo religião, vida, morte e futebol, com referências ao Vasco.
A morte de Emanoelle e Francisco ocorreu em um episódio que interrompeu o trânsito em uma das principais vias da Tijuca e provocou manifestações de pesar de familiares, da escola da criança e da universidade onde a geógrafa estudou e desenvolveu pesquisa. A apuração sobre as circunstâncias do acidente segue sob responsabilidade da Polícia Civil.
