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Leilão de 700 MHz recebe propostas de oito operadoras, informa Anatel

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O leilão de 700 MHz recebeu propostas de oito operadoras nesta quarta-feira, 15 de abril de 2026, em processo conduzido pela Anatel para ampliar o sinal de celular em áreas rurais, estradas e regiões afastadas dos grandes centros do país. Foram entregues documentos de identificação, regularidade fiscal, propostas de preço e garantias de manutenção pelas empresas Amazônia Serviços Digitais, Brisanet, Claro, iez! Telecom, MHNet, Telefônica (Vivo), TIM e Unifique. De acordo com informações do Mobile Time, a licitação tem foco na expansão da infraestrutura de rede, e não na arrecadação.

Segundo a Anatel, os blocos de radiofrequência estão divididos por regiões do país. O objetivo do leilão é levar cobertura móvel a localidades hoje desassistidas, além de ampliar o atendimento em trechos rodoviários e áreas remotas. A expectativa informada é de cobertura para mais de 800 novas localidades e 7 mil km de rodovias federais, o equivalente a 26% da malha.

Quais empresas apresentaram propostas no leilão?

As propostas foram apresentadas por oito prestadoras: Amazônia Serviços Digitais, Brisanet, Claro, iez! Telecom, MHNet, Telefônica (Vivo), TIM e Unifique. Conforme o relato original, nesta etapa foram entregues os documentos exigidos para participação no certame, incluindo identificação, regularidade fiscal, proposta de preço e garantias de manutenção.

A presença dessas empresas indica a disputa pelos blocos regionais da faixa de 700 MHz, considerada relevante para ampliar a cobertura de serviços móveis em áreas com menor atendimento. O texto de origem não detalha os valores apresentados por cada participante nem a divisão exata dos blocos por empresa.

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Qual é o objetivo do leilão de 700 MHz?

De acordo com as informações publicadas, o leilão segue lógica semelhante à adotada no certame do 5G ao priorizar compromissos de cobertura em vez de arrecadação. A proposta é expandir a infraestrutura de telecomunicações para regiões rurais, estradas e áreas distantes dos grandes centros urbanos.

  • Levar sinal de celular a áreas rurais
  • Ampliar cobertura em regiões afastadas
  • Atender mais de 800 novas localidades desassistidas
  • Cobrir 7 mil km de rodovias federais

Esse desenho, segundo o texto original, busca preencher lacunas de conectividade em partes do território nacional ainda sem atendimento adequado. Não há no material fornecido previsão de início da operação pelas vencedoras nem cronograma detalhado das obrigações futuras.

Quando serão abertas as propostas e o que está sendo contestado?

A abertura dos envelopes com as propostas das operadoras está prevista para o dia 30 de abril. Porém, o processo enfrenta contestação judicial apresentada por associações do setor. A Acel e a Telcomp questionam a preferência dada a operadoras regionais para as licenças de 3,5 GHz.

Segundo o texto, a Acel sustenta que a Anatel estaria abrindo caminho para a Unifique e o consórcio Amazônia 5G participarem de forma ilegal da primeira rodada. Já a Telcomp argumenta que a medida favorece três empresas: Unifique, Brisanet e iez! Telecom. Ainda conforme a reportagem original, a Justiça deu cinco dias para a Anatel se manifestar sobre o tema.

Até o momento, o conteúdo fornecido não informa decisão final sobre essa disputa judicial nem mudança no cronograma oficial do leilão. Assim, a previsão mencionada para abertura dos envelopes permanece vinculada ao calendário divulgado no material de origem.

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