John Kennedy e Castillo: como Zubeldía pode montar o ataque do Fluminense - Brasileira.News
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John Kennedy e Castillo: como Zubeldía pode montar o ataque do Fluminense

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John Kennedy e Rodrigo Castillo aparecem como opções de características distintas para o ataque do Fluminense, segundo análise publicada nesta segunda-feira, 23 de março de 2026, após a vitória sobre o Atlético-MG no Maracanã, no Rio de Janeiro. O debate envolve quem pode ocupar a função de centroavante no time de Luis Zubeldía, técnico argentino do clube, que tem adotado soluções diferentes conforme o contexto de cada partida. De acordo com informações do GE, a chegada recente do argentino ampliou as alternativas ofensivas do elenco.

Castillo chegou ao clube há 20 dias e recebeu sua primeira oportunidade como titular contra o Atlético-MG, marcando o gol da vitória. Já John Kennedy segue como titular de referência e um dos artilheiros da equipe. Ainda é cedo, porém, para apontar uma definição permanente sobre quem será o dono da posição, especialmente porque o Fluminense também reforçou o elenco em outras funções e aguarda a evolução física de Germán Cano.

O que diferencia John Kennedy e Rodrigo Castillo no ataque?

Segundo a análise, John Kennedy é um centroavante mais voltado ao jogo por dentro. Ele participa mais das ações próximas da área, finaliza com frequência e costuma resolver jogadas em espaços curtos, seja com giro, drible ou chute rápido. Sua atuação está mais associada à presença centralizada e ao ataque direto ao gol.

Castillo, por sua vez, oferece outra proposta. Além da maior estatura, com 1,89 metro, o argentino foi descrito como um atacante mais móvel, capaz de se aproximar da bola, participar da construção e atacar espaços com velocidade. Essa combinação foi um dos fatores buscados pelo clube no mercado a pedido de Zubeldía, que queria um centroavante com poder de finalização e mobilidade fora da área.

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A diferença prática entre os dois aparece no comportamento sem e com a bola. Enquanto John Kennedy tende a permanecer mais fixo e central, Castillo demonstra maior movimentação, saindo da referência entre zagueiros para colaborar na articulação das jogadas. Também surge como alternativa em cruzamentos e bolas paradas, aspecto citado após a vitória sobre o Atlético-MG.

Como Zubeldía explicou a escolha por Castillo contra o Atlético-MG?

Após a partida, o treinador afirmou que a presença de jogadores com perfis distintos é parte do planejamento do elenco e explicou que a escolha por Castillo levou em conta o contexto do confronto e o desgaste físico de John Kennedy.

“É isso que buscamos (jogadores com características diferentes). No ano passado, Everaldo era diferente de John Kennedy, que era diferente de Cano. Entendo que quando se faz uma contratação, principalmente um centroavante, ele recebe todos os holofotes e toda a pressão. Estrear de titular e fazer um gol é uma ótima notícia (…). Ganhar através do gol de um 9 é uma boa notícia.

Hoje sentimos que era o momento de Castillo pelo contexto e porque John (Kennedy) vinha de um desgaste físico importante. Castillo foi importante também pelo tema bola parada”

A avaliação do técnico também indica que a disputa pela posição não depende apenas do desempenho individual, mas do tipo de adversário e da estratégia escolhida para cada jogo. Contra uma equipe que se defende com muitos jogadores, como ocorreu diante do Atlético-MG, a mobilidade de Castillo pode oferecer vantagens.

Qual cenário o Fluminense tem para os próximos jogos?

Além de John Kennedy e Castillo, Zubeldía deve ganhar em breve mais uma opção para o comando de ataque. Germán Cano, liberado pelo departamento médico desde 19 de fevereiro após artroscopia no joelho, treina com o elenco e passa por recondicionamento físico. A expectativa, segundo o texto original, é que ele esteja no radar para o retorno da equipe após a Data Fifa, no jogo contra o Corinthians.

Assim, o Fluminense passa a contar com diferentes perfis para a mesma função:

  • John Kennedy, com jogo mais centralizado e voltado à finalização;
  • Rodrigo Castillo, com mais mobilidade e participação na construção;
  • Germán Cano, em fase de recondicionamento físico após liberação médica.

O cenário descrito mostra que Zubeldía tem à disposição alternativas complementares para montar o setor ofensivo. Mais do que definir um titular absoluto neste momento, a tendência apontada é de uso estratégico das características de cada atacante conforme o adversário e as exigências de cada partida.

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