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Frei Gilson defende submissão feminina em sermão e critica empoderamento

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Frei Gilson defendeu a submissão feminina aos maridos durante um sermão publicado e repercutido na terça-feira, 21 de abril de 2026, ao afirmar que o homem seria o “chefe do lar” e que a mulher teria como missão ser “auxiliadora” do marido. A fala foi divulgada em meio ao debate sobre violência de gênero no Brasil e associada, no texto original, ao cenário de alta nos casos de feminicídio no país. De acordo com informações do DCM, o religioso também criticou o que chamou de “empoderamento” feminino.

Segundo o conteúdo reproduzido pela publicação, Frei Gilson atribuiu esse comportamento ao que chamou de “guerra dos sexos” e disse que a Bíblia daria ao homem a liderança dentro da família. O texto informa ainda que a repercussão ocorre em um contexto de aumento da discussão pública sobre feminicídio e direitos das mulheres.

O que Frei Gilson disse no sermão?

O artigo original reproduz trechos da pregação em que o religioso critica o empoderamento feminino e sustenta que a mulher não deveria buscar “mais” do que as “qualidades normais” atribuídas a ela. Em seguida, ele associa essa visão a uma leitura religiosa sobre papéis de gênero.

“É claro ver que Deus deu ao homem a liderança. É claro ver que Deus deu ao homem o ser o chefe. Isso está na Bíblia. O homem é o chefe do lar. O homem foi dado a ele a liderança”.

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O texto também aponta que Frei Gilson citou o versículo de Gênesis 2:18 para defender que a mulher teria como função auxiliar o homem. Essa interpretação foi apresentada como fundamento central da fala reproduzida pela reportagem.

“A guerra de masculino com feminino é diabólica. Para curar a solidão do homem, Deus fez você [mulher].”

Como o tema foi relacionado ao debate sobre feminicídio?

A publicação relaciona a fala ao contexto de violência contra a mulher no Brasil. Segundo o artigo original, o país registrou em 2025 um recorde histórico de feminicídios, com 1.568 vítimas. O número, ainda de acordo com o texto de origem, corresponderia a quatro mulheres mortas por dia em razão de gênero.

Nesse enquadramento, a reportagem sustenta que declarações que defendem submissão feminina ganham repercussão por ocorrerem em um momento de alerta sobre violência de gênero. O texto original também registra reações críticas nas redes sociais, incluindo a publicação de um vídeo com trechos do sermão.

  • O sermão defendeu a liderança masculina no lar;
  • O religioso criticou o empoderamento feminino;
  • O texto relaciona a repercussão ao aumento do debate sobre feminicídio;
  • Houve circulação de trechos da fala nas redes sociais.

Qual o contexto político citado na reportagem?

Além do conteúdo religioso, o artigo original menciona o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, apontado pela publicação como pré-candidato à Presidência. Segundo o texto, Frei Gilson “deve ser usado” pelo parlamentar para atrair eleitores religiosos nas eleições deste ano.

A mesma reportagem afirma que, paralelamente, Flávio Bolsonaro teria buscado incorporar o combate ao feminicídio como bandeira eleitoral para reduzir rejeição entre mulheres. O texto, porém, não apresenta manifestação do senador ou de sua assessoria na reprodução fornecida.

Com isso, a notícia articula três frentes centrais: o conteúdo do sermão, a reação pública às declarações e a menção a um possível uso político da imagem do religioso no cenário eleitoral. A partir dos elementos apresentados, o foco permanece na repercussão das falas de Frei Gilson sobre o papel da mulher no casamento e na família.

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