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Flávio Bolsonaro avalia Simone Marquetto e Clarissa Tércio para vice em 2026

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Flávio Bolsonaro, apontado no texto original como pré-candidato do PL à Presidência, passou a avaliar dois nomes femininos para compor sua chapa em 2026: as deputadas federais Simone Marquetto e Clarissa Tércio. Segundo a reportagem, a movimentação ocorre com foco em critérios regionais, religiosos e eleitorais, mirando São Paulo e o Nordeste, além de segmentos católicos e evangélicos. De acordo com informações do Diario do Centro do Mundo, a definição pode ocorrer até o fim do semestre, embora outros nomes ainda possam surgir nas articulações.

O texto informa que Simone Marquetto, identificada como parlamentar por São Paulo, é vista como uma alternativa para reforçar a presença no maior colégio eleitoral do país e dialogar com o eleitorado católico. Já Clarissa Tércio, deputada por Pernambuco, aparece como opção para tentar reduzir a resistência ao senador no Nordeste, com apoio de sua inserção entre eleitores evangélicos.

Por que os dois nomes são considerados na articulação?

A reportagem afirma que a escolha da vice combina interesses geográficos, religiosos e eleitorais. No caso de Simone Marquetto, o objetivo seria fortalecer a chapa em São Paulo e consolidar apoio entre católicos. Em relação a Clarissa Tércio, a aposta estaria na possibilidade de ampliar a penetração política no Nordeste por meio de sua ligação com setores evangélicos.

Segundo o conteúdo reproduzido no artigo original, interlocutores avaliam que a religião tende a ter peso relevante na disputa presidencial de 2026. O texto também menciona levantamentos de opinião para sustentar essa leitura, indicando diferenças de apoio e de avaliação política conforme a filiação religiosa dos eleitores.

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  • Simone Marquetto é associada ao eleitorado católico e a São Paulo.
  • Clarissa Tércio é relacionada ao eleitorado evangélico e a Pernambuco.
  • A definição da vice, segundo a reportagem, pode sair até o fim do semestre.
  • Outros nomes ainda podem entrar nas conversas.

O que a reportagem diz sobre pesquisas e cenário religioso?

O texto cita uma pesquisa AtlasIntel de março segundo a qual Flávio Bolsonaro teria 65,4% entre evangélicos, enquanto Lula alcançaria 54,2% entre católicos. Também menciona dados da Genial/Quaest sobre avaliação do governo, afirmando que 61% dos evangélicos desaprovam Lula e que, entre católicos, haveria empate técnico, com 49% de aprovação e 47% de desaprovação.

Esses números são apresentados na reportagem como parte do contexto que explicaria o peso atribuído à religião na montagem da chapa. A leitura política descrita no texto é a de que a escolha da vice poderá servir como instrumento para reforçar pontes com segmentos específicos do eleitorado.

Quem são Simone Marquetto e Clarissa Tércio, segundo o texto?

De acordo com a reportagem, as conversas com Simone Marquetto estariam mais avançadas. O texto diz que ela foi defendida por setores paulistas do PP e que se reuniu com Flávio Bolsonaro no dia sete, em São Paulo, no Palácio Tangará. Ex-prefeita de Itapetininga, ela é descrita como um nome moderado, visto como capaz de suavizar a imagem da chapa sem romper com a base conservadora.

Ainda segundo o artigo, Simone Marquetto mantém ligação com lideranças religiosas, entre elas Frei Gilson, e se consolidou como uma voz do catolicismo no Congresso. O texto acrescenta que ela atua como influenciadora religiosa e é autora de iniciativas como o Dia Nacional do Rosário da Virgem Maria.

No caso de Clarissa Tércio, a reportagem afirma que o diálogo ocorre de forma indireta, por meio de interlocutores. Filha de pastor e ligada à Assembleia de Deus, ela teria construído sua trajetória política no campo evangélico. O texto também registra que a deputada ganhou projeção nacional por posições conservadoras.

A matéria original informa ainda que Clarissa Tércio chegou a ser investigada por suspeita de participação nos atos de oito de janeiro de 2023, em inquérito posteriormente arquivado por decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes. No contexto descrito pela reportagem, ela é apontada como uma possível via para melhorar o desempenho eleitoral de Flávio Bolsonaro no Nordeste.

Qual é o estágio da definição sobre a vice?

Até o momento retratado pela reportagem, não há definição anunciada. O texto sustenta que Simone Marquetto e Clarissa Tércio estão entre os nomes considerados, com avanço maior nas conversas com a deputada paulista. Ao mesmo tempo, o artigo ressalta que a disputa permanece aberta e que novas opções ainda podem surgir antes da decisão final.

Assim, o quadro apresentado é de articulação em andamento, com a vice sendo tratada como peça estratégica para ampliar alcance regional e religioso da eventual candidatura. A reportagem não informa decisão fechada, apenas descreve negociações e avaliações políticas em curso.

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