CPI do Crime Organizado cancela reunião com Campos Neto; Reag é adiada - Brasileira.News

    CPI do Crime Organizado cancela reunião com Campos Neto; Reag é adiada

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    CPI do Crime Organizado cancela reunião com Campos Neto e fundador da Reag
    CPI do Crime Organizado (CPICRIME) realiza oitiva da diretora de Políticas Econômicas da Meta para a América Latina. A Meta é um conglomerado de tecnologia e mídias digitais do qual fazem parte o Facebook, o Instagram e o Whatsapp. Os senadores da comissão buscam informações sobre a possível utilização das plataformas digitais do grupo para a disseminação de atividades criminosas. A finalidade da comissão é apurar a atuação, expansão e o funcionamento de organizações criminosas no território brasileiro, em especial de facções e milícias, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor. Mesa: presidente da CPICRIME, senador Fabiano Contarato (PT-ES); relator da CPICRIME, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

    A CPI do Crime Organizado cancelou a reunião que aconteceria nesta terça-feira (3) com o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o fundador da Reag Investimentos, João Carlos Falbo Mansur. O depoimento de Mansur, cujo fundo é investigado por supostas fraudes relacionadas ao Banco Master, foi remarcado para a próxima semana.

    De acordo com informações da Agência Senado, o presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), informou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, concedeu um habeas corpus a Campos Neto, dispensando-o da obrigatoriedade de comparecer. Contudo, segundo Contarato, o ex-presidente do BC manifestou disposição em responder por escrito a quaisquer questionamentos da CPI.

    A convocação de Campos Neto atendeu a um requerimento do senador Jaques Wagner (PT-BA), que buscava esclarecimentos sobre possíveis falhas na fiscalização bancária que pudessem ter facilitado a expansão de organizações criminosas.

    Mesmo com a decisão do ministro Flávio Dino mantendo a obrigatoriedade do comparecimento de João Carlos Falbo Mansur, o empresário não compareceu à CPI. A justificativa apresentada pela defesa seria a ausência de um prazo legal estipulado para o comparecimento. Em resposta, o presidente da CPI reagendou o depoimento para a semana seguinte.

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    O advogado dele manteve contato com esta Presidência e ele comparecerá na semana que vem porque não teve prazo estipulado por lei para que ele pudesse vir a comparecer hoje, mas já está mantido o comparecimento dele na semana que vem sob pena de ser conduzido coercitivamente

    Essa foi a declaração de Contarato à Agência Senado.

    A convocação de Mansur atende ao requerimento do senador Contarato, que busca esclarecimentos sobre a liquidação do fundo pelo Banco Central, motivada pela suspeita de graves infrações.

    Por que a CPI investiga o Banco Master e a Reag Investimentos?

    A Polícia Federal (PF) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) investigam um suposto esquema de manipulação no mercado financeiro que envolve gestores do Banco Master e da Reag Investimentos.

    Qual o objetivo da convocação de Roberto Campos Neto?

    A convocação de Campos Neto visava esclarecer possíveis falhas na fiscalização bancária que pudessem ter facilitado a expansão de organizações criminosas.

    O que motivou o adiamento do depoimento de João Carlos Falbo Mansur?

    O adiamento do depoimento de Mansur ocorreu devido à alegação da defesa de que não houve um prazo legal estipulado para o seu comparecimento à CPI.

    Quais os próximos passos da CPI em relação a Mansur?

    O depoimento de Mansur foi remarcado para a próxima semana, sob a ameaça de condução coercitiva caso ele não compareça.

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