Cidades inteligentes devem ir além da tecnologia e focar na qualidade de vida e sustentabilidade, segundo Fabienne Schiavo. De acordo com informações do ESG Insights, o conceito de smart cities evoluiu de uma visão tecnocêntrica para uma abordagem centrada nas pessoas.
Como a tecnologia deve ser aplicada nas cidades?
Fabienne Schiavo defende que a tecnologia deve ser um meio para atingir o bem-estar coletivo, não um fim em si mesma. Ela destaca a importância de personalizar soluções e garantir a participação cidadã no processo de implementação.
“O que precisamos hoje não é apenas de cidades ‘inteligentes’, mas de inteligência para as cidades.”
Quais são os desafios para gestores e empresas?
Os gestores públicos e empresas enfrentam o desafio de usar a tecnologia de forma lógica e sustentável, conectando-a às necessidades específicas de cada localidade. A inovação deve ser transformadora, não apenas incremental, para realmente impactar a vida urbana.
- Conectar novas tecnologias às demandas sociais emergentes.
- Evitar a modernização de soluções obsoletas.
- Focar em soluções inéditas para desafios como mudanças climáticas e envelhecimento populacional.
Qual é a oportunidade para empresas no contexto urbano?
As empresas têm uma oportunidade exponencial ao colocar a inteligência a favor das cidades. Isso se traduz em um mercado vasto e em soluções que promovem cidades sustentáveis, resilientes e justas. Fabienne Schiavo enfatiza a necessidade de parar de modernizar o passado e começar a desenhar o futuro com inteligência estratégica e sensibilidade social.