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Chuvas de meteoros Líridas e Eta Aquáridas marcam o céu noturno neste período

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Duas chuvas de meteoros poderão ser observadas no céu neste período: as Líridas, que começaram na terça-feira e seguem até o fim do mês, e as Eta Aquáridas, com início no domingo, 19 de abril, e duração até 28 de maio. De acordo com informações da CNET, os fenômenos têm picos em datas diferentes e condições de visibilidade que variam conforme o horário, a localização do observador e a luminosidade da Lua.

As Líridas são descritas como uma chuva de meteoros de menor intensidade, alimentada pelo cometa C/1861 G1, também chamado de Thatcher, em referência ao seu descobridor, A.E. Thatcher, em 1861. Segundo a reportagem, o pico ocorre entre 21 e 22 de abril, com expectativa de 15 a 20 meteoros por hora em condições ideais. A American Meteor Society indica que a noite de 22 de abril deve oferecer a melhor observação entre as duas datas.

Quando cada chuva de meteoros atinge o pico?

A segunda chuva citada é a Eta Aquáridas, apontada como a mais intensa das duas. Ela é alimentada pelo cometa 1P/Halley, o mesmo associado à chuva de meteoros Orionídeas, observada em outubro. O pico da Eta Aquáridas deve ocorrer entre 5 e 6 de maio, com taxa estimada de cerca de 50 meteoros por hora, a depender do local de observação.

A reportagem ressalta que a visualização da Eta Aquáridas tende a ser melhor quanto mais ao sul estiver o observador, enquanto regiões mais ao norte costumam registrar menos meteoros. O texto também destaca que áreas tropicais oferecem as melhores condições para acompanhar esse fenômeno.

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De onde os meteoros parecem surgir no céu?

As chuvas de meteoros recebem seus nomes das constelações de onde os rastros parecem se originar, ponto conhecido como radiante. No caso das Líridas, os meteoros parecem partir da constelação de Lira, próxima à constelação de Hércules. Ambas surgem no leste por volta das 23h no horário local, cruzam o céu durante a madrugada e avançam em direção ao oeste antes do amanhecer.

Já a Eta Aquáridas parece ter origem na constelação de Aquário. Segundo a reportagem, esse é um fenômeno mais difícil de observar porque, na noite de pico, a constelação permanece abaixo do horizonte leste durante grande parte da madrugada e só aparece por volta das 3h no horário local, pouco antes do nascer do sol. Nessa situação, a orientação é procurar um local elevado e olhar para o leste.

Como observar melhor as Líridas e a Eta Aquáridas?

O texto recomenda buscar locais com o mínimo possível de poluição luminosa, deixando para trás áreas urbanas e suburbanas. Também afirma que aplicativos de mapa celeste e ferramentas online podem ajudar a localizar as constelações e o ponto geral de observação, embora não seja necessário equipamento óptico para ver os meteoros.

Entre as orientações práticas destacadas na reportagem, estão chegar cedo para permitir a adaptação dos olhos à escuridão, evitar luzes fortes e vestir roupas adequadas para longos períodos ao ar livre. O texto também observa que telescópios e binóculos podem atrapalhar, já que reduzem o campo de visão e aumentam a chance de perder os rastros no céu.

  • Líridas: ativas até o fim do mês, com pico entre 21 e 22 de abril
  • Eta Aquáridas: de 19 de abril a 28 de maio, com pico entre 5 e 6 de maio
  • Líridas: expectativa de 15 a 20 meteoros por hora em condições ideais
  • Eta Aquáridas: expectativa de cerca de 50 meteoros por hora, dependendo da localização

Qual é o impacto da Lua na observação?

A luminosidade lunar pode interferir diretamente na experiência de observação. No caso das Líridas, a Lua deve estar cerca de um quarto iluminada durante o pico, o que, segundo a reportagem, não deve representar um grande problema. Já para a Eta Aquáridas, a situação é menos favorável.

De acordo com a American Meteor Society, citada pela CNET, a Lua deve estar cerca de 80% iluminada na noite de pico da Eta Aquáridas. Isso pode reduzir de forma significativa a visibilidade dos meteoros. Embora o potencial estimado seja de até 50 meteoros por hora, a reportagem afirma que, com essa condição lunar, o número visível pode ficar mais próximo de dez por hora.

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