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Cássia Kis será investigada por suspeita de transfobia após denúncia no Rio

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Cássia Kis será investigada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) por suspeita de transfobia após uma denúncia feita por Roberta Santana, funcionária do BarraShopping. Segundo o relato publicado no domingo, 26 de abril de 2026, o caso ocorreu na sexta-feira, 24, em um banheiro feminino do shopping, no Rio de Janeiro. De acordo com informações da Revista Fórum, a investigação teve origem após a denúncia de que a atriz teria questionado a identidade de gênero de Roberta e feito comentários considerados depreciativos.

Segundo a publicação, o requerimento foi apresentado por Agripino Magalhães Júnior, ativista LGBTQIAP+, e as investigações devem começar nesta segunda-feira, 27. Ainda de acordo com o texto original, o MP-RJ deve intimar a atriz para prestar depoimento. Roberta Santana afirmou ter sido abordada enquanto aguardava na fila de um dos banheiros do centro comercial, onde trabalha, e disse ter se sentido constrangida com a situação.

O que Roberta Santana relatou sobre o episódio no BarraShopping?

De acordo com o relato reproduzido pela reportagem, Roberta afirmou que ouviu comentários feitos por Cássia Kis sobre a presença de “homem” no banheiro feminino e sobre a ausência de uma placa que autorizasse sua entrada no local. A denunciante disse que considerou as falas ofensivas e informou que pretende buscar medidas legais.

“Ouvi ela dizer que o Brasil estava perdido porque tinha ‘homem’ no banheiro, que não tinha uma placa ali autorizando minha entrada, coisas absurdas e deploráveis”

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Na sequência, Roberta também descreveu o que teria ocorrido após responder à atriz. Segundo ela, ao afirmar que Cássia deveria respeitar uma travesti no banheiro feminino, recebeu um novo questionamento sobre sua identidade de gênero. Ainda conforme o relato, sua reação foi pegar o celular para gravar o episódio.

“Quando eu falei que ela tinha que respeitar uma travesti no banheiro feminino, ela perguntou se eu estava assumindo que era homem. Minha única reação nessa situação foi pegar meu celular para gravar. Ela ainda diz que não usa o banheiro masculino para eu estar ali, banheiro que é meu por direito”

O que aparece no vídeo citado pela reportagem?

A matéria informa que, em um vídeo, é possível ouvir Roberta dizendo que estava sofrendo transfobia no banheiro do BarraShopping e mencionando que tinha documento. O texto também reproduz uma resposta atribuída à atriz e a réplica de Roberta durante a discussão.

“Estou sofrendo transfobia no banheiro do BarraShopping. A atriz Cássia Kis está sendo transfóbica comigo. Eu tenho documento, e mesmo se eu não tivesse”

“Eu tenho uma vagina. Eu não vou no banheiro dos homens”

“Problema é seu. Mas eu frequento aqui porque eu sou uma mulher trans”

O conteúdo original não informa manifestação pública da defesa de Cássia Kis sobre a nova denúncia até o momento da publicação. Também não há, no texto fornecido, detalhes adicionais sobre eventual posicionamento oficial do shopping a respeito do episódio.

Qual é o contexto jurídico mencionado na reportagem?

A reportagem afirma que Cássia Kis já é ré por homofobia em outro caso. Segundo o texto, em outubro de 2024, a Justiça Federal aceitou uma denúncia por preconceito em relação a pessoas transexuais. O processo, de acordo com a publicação, tramita na 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro e a ação civil pública pode levar ao pagamento de R$ 1 milhão.

Conforme a matéria, a queixa-crime anterior foi movida pelo coletivo Articulação Nacional dos Transgêneros (Antra) e pelo ator José de Abreu. O documento citado pela reportagem aponta declarações dadas por Cássia Kis, em 2022, em entrevista a Leda Nagle, nas quais teria feito afirmações consideradas preconceituosas em relação a casais homoafetivos e pessoas trans.

  • Investigação atual: suspeita de transfobia após denúncia de Roberta Santana
  • Local do caso relatado: banheiro feminino do BarraShopping, no Rio de Janeiro
  • Início das apurações, segundo a reportagem: segunda-feira, 27
  • Outro processo citado: ação em tramitação na 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro

Até a publicação da reportagem original, o caso seguia na fase de investigação. Assim, a apuração do MP-RJ deve reunir depoimentos e outros elementos para avaliar os fatos narrados na denúncia.

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