Com a chegada do Carnaval, a alegria e a descontração também trazem a necessidade de atenção redobrada à saúde sexual. De acordo com informações do Ministério da Mulher, o período é marcado por maior interação social e relações ocasionais, aumentando a vulnerabilidade à transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), especialmente sem o uso de preservativos.
Qual a importância da campanha de prevenção?
Em 2026, o Ministério da Saúde lançou a campanha nacional de prevenção às ISTs com o mote “Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado”. A ação visa conscientizar sobre a prevenção do HIV, sífilis, hepatites e outras ISTs, além de oferecer informações sobre os serviços disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Uso de preservativos externos e internos, distribuídos gratuitamente.
- Vacinação contra hepatite B e HPV.
- Testagem gratuita para HIV, sífilis e hepatites B e C.
- Acesso à profilaxia pré-exposição (PrEP) e pós-exposição (PEP) ao HIV.
O que são ISTs e como preveni-las?
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos e afetam milhões de pessoas. A transmissão ocorre principalmente por relações sexuais sem preservativo. Elas também podem ser transmitidas da mãe para o bebê durante a gestação, parto ou amamentação. Muitas ISTs não apresentam sintomas, dificultando o diagnóstico precoce e aumentando o risco de transmissão.
Como garantir dupla proteção durante o Carnaval?
Para viver o Carnaval com segurança, é recomendado adotar a dupla proteção: um método contraceptivo para prevenir gravidez não planejada e o preservativo para evitar ISTs. O preservativo é o único método que protege simultaneamente contra ISTs e gravidez. A prevenção combinada inclui estratégias como testagem regular, vacinação e profilaxias PrEP e PEP, todas disponíveis pelo SUS.
“Buscar orientação em uma Unidade Básica de Saúde é um passo fundamental para escolher o método mais adequado ao perfil e ao estilo de vida de cada mulher.”
Fonte original: Ministério da Mulher
