O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, representou o Brasil na reunião ministerial de Meio Ambiente do G7, realizada em Paris, na França, nos dias 23 e 24 de abril. Durante o encontro, Capobianco destacou as principais ações do Brasil voltadas para a proteção do oceano e da biodiversidade, como a criação do Parque Nacional Marinho do Albardão e o avanço do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). De acordo com informações do Eco21, o Brasil foi convidado pela presidência francesa do G7 para integrar as discussões sobre preservação ambiental.
Quais temas foram discutidos na reunião do G7?
Na reunião, cujo grupo é composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, a presidência francesa deu ênfase a temas como a preservação do oceano, financiamento para a biodiversidade, combate à desertificação e gestão sustentável dos recursos hídricos.
Durante a sessão dedicada à preservação dos oceanos, Capobianco destacou a importância do Acordo sobre a Conservação e o Uso Sustentável da Biodiversidade Marinha em Áreas Além da Jurisdição Nacional (BBNJ), enfatizando que o Brasil é um dos signatários do acordo. O ministro também apresentou o Parque Nacional Marinho do Albardão como exemplo das iniciativas brasileiras em prol da proteção marinha, destacando sua importância para a conservação da biodiversidade no Atlântico Sul.
Qual a importância do TFFF para a biodiversidade?
No contexto do financiamento à biodiversidade, Capobianco destacou a relevância do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), lançado na COP30. Este fundo se tornou uma das principais ferramentas de financiamento à proteção da biodiversidade no Brasil, permitindo pagamentos permanentes a países tropicais que preservam suas florestas.
No encontro sobre a conservação de recursos marinhos, Capobianco também reiterou o apoio do Brasil a propostas como a criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul e a Área de Proteção Marinha do Leste Antártico.