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Blacklists dos EUA Miram Universidades e Tecnologia Limpa, Não Ameaças à Segurança

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Recentemente, listas negras do militar dos EUA foram divulgadas e retiradas várias vezes, gerando incertezas e medo no mercado e entre estudantes. De acordo com informações do CleanTechnica, essas listas não visam ameaças à segurança nacional, mas sim atacam instituições acadêmicas e a tecnologia limpa, além de desafiar a transição da economia chinesa para o setor privado.

Quais universidades estão na mira?

Universidades de elite nos EUA, como Harvard e MIT, estão entre as ameaçadas de perder assistência de matrícula para militares, segundo a campanha de Hegseth contra instituições que ele considera tendenciosas contra o exército dos EUA. Um memorando vazado revela que a lista inclui instituições como Yale, Stanford e Princeton, entre outras.

“Militares podem em breve encontrar dezenas de faculdades e universidades de topo nos EUA abruptamente fora dos limites para assistência de matrícula”, relata o documento.

Por que a tecnologia limpa está sendo alvo?

A lista negra do Pentágono também inclui empresas de tecnologia limpa chinesas, como BYD e NIO, que não têm foco militar. A inclusão dessas empresas parece mais uma barreira comercial não tarifária do que uma medida de segurança.

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“Se Trump vê uma empresa estrangeira que não gosta, ele pode simplesmente chamá-la de ameaça à segurança nacional”, destaca a reportagem.

Quais são as implicações dessas listas?

As listas negras ameaçam ampliar a lacuna educacional e de talentos em engenharia nos EUA, além de enfraquecer o setor privado emergente na China. As políticas atuais sacrificam a segurança e aumentam as tensões, especialmente se os impactos das mudanças climáticas piorarem.

“Essas políticas sacrificam a segurança e aumentam as tensões”, conclui o artigo.

Fonte original: CleanTechnica



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