No terceiro dia da COP30, o CEO da C&A Brasil participou de um painel sobre bioeconomia, destacando a importância da moda sustentável. De acordo com informações do Envolverde, a empresa apresentou seus avanços no uso de matérias-primas responsáveis e defendeu o protagonismo do setor na agenda climática.
Qual é a visão da C&A sobre a sustentabilidade na moda?
Durante o evento Cas’Amazônia – Bioeconomy Day, o CEO Paulo Correa destacou a necessidade de equilibrar emoção e sustentabilidade na moda.
“A origem das matérias-primas precisa ser cada vez mais sustentável. A moda vem da terra, do algodão”,
afirmou Correa. A C&A estabeleceu a meta de ter 80% de suas matérias-primas classificadas como mais sustentáveis até 2030, já superando 70% desse objetivo.
Como a C&A está implementando a rastreabilidade?
Atualmente, 14,5 mil peças da marca contam com rastreabilidade, permitindo que os consumidores conheçam a origem e o impacto de cada produto por meio de QR Codes.
“Outra inovação importante é a rastreabilidade. É com ela que a nossa cliente consegue saber onde foi feito, o impacto que causa. Isso é valorizado pelo consumidor”,
disse Correa.
Quais são as iniciativas colaborativas da C&A?
A C&A vem ampliando iniciativas que conectam campo, indústria e consumidor, como o uso de algodão regenerativo e o fortalecimento do programa ReCiclo. O Instituto C&A investe em projetos que estimulam a bioeconomia, como o cultivo de algodão agroecológico e o apoio à agricultura familiar regenerativa.