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Trump é alvo de alegação sobre tentativa de usar “códigos nucleares” contra o Irã

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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, é alvo de uma alegação feita pelo ex-agente da CIA Larry Johnson, que afirmou em 20 de abril de 2026 que o republicano teria tentado utilizar “códigos nucleares” durante uma reunião sobre o Irã, na Casa Branca. A declaração foi dada no programa “Judging Freedom”, apresentado por Andrew Napolitano, e surge em meio à escalada de tensão entre Washington e Teerã às vésperas do fim do cessar-fogo previsto para 22 de abril. De acordo com informações do DCM, a Casa Branca nega as alegações.

Segundo o relato atribuído a Johnson, a reunião emergencial teria se tornado tensa após o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, supostamente se recusar a viabilizar o uso desses códigos. O ex-integrante da CIA disse que o encontro provocou um “confronto intenso”, mas não apresentou, no material citado, confirmação documental do episódio. O programa também exibiu imagens do militar caminhando com a cabeça baixa nas dependências da Casa Branca.

O que foi alegado por Larry Johnson?

Johnson afirmou que Trump tentou acionar “códigos nucleares” em uma discussão relacionada ao Irã. A declaração foi feita durante sua participação no podcast “Judging Freedom”, no YouTube. O ex-agente não ocupa atualmente cargo no governo dos Estados Unidos e, segundo o texto original, atuou na CIA e foi vice-diretor do Escritório de Contraterrorismo do Departamento de Estado entre 1989 e 1993.

Até o momento, a acusação aparece como um relato de Johnson reproduzido pelo programa. O texto informa que não há registros de que reuniões de alto nível realizadas em 18 de abril tenham considerado a autorização para uso de armas nucleares. Por isso, a alegação não é apresentada como fato confirmado.

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Como a Casa Branca e outras fontes reagiram?

A Casa Branca negou as alegações. Além disso, o senador republicano Thom Tillis afirmou não ver credibilidade na versão apresentada. Em declaração citada pelo texto, ele disse:

“Eu precisaria de mais de uma fonte confirmando isso antes de considerar a questão”

O site Newsweek também ouviu especialistas, segundo a reportagem original, e a avaliação foi de que o cenário descrito é improvável dentro da estrutura de comando nuclear dos Estados Unidos. De acordo com essa análise, o chefe do Estado-Maior Conjunto atua como conselheiro e não teria poder para vetar uma ordem legal do presidente, comandante-em-chefe das Forças Armadas.

Por que a alegação ganhou repercussão agora?

A declaração surgiu num momento de forte tensão diplomática e militar entre Estados Unidos e Irã. O texto informa que o cessar-fogo entre os dois países estava previsto para terminar em 22 de abril, e Trump já havia sinalizado a possibilidade de adotar uma linha mais dura caso não houvesse acordo.

Antes da trégua, ainda segundo a reportagem, Trump chegou a afirmar que “uma civilização inteira morreria naquela noite”, frase que ampliou o temor internacional em torno de uma eventual escalada do conflito. Nesse contexto, qualquer menção ao uso de armamento nuclear ou a procedimentos ligados ao comando atômico passa a ter impacto político imediato.

  • Johnson fez a declaração em 20 de abril de 2026
  • Reuniões de alto nível sobre o Irã ocorreram em 18 de abril
  • O fim do cessar-fogo estava previsto para 22 de abril
  • A Casa Branca negou a versão apresentada

O que se sabe, de forma confirmada, até agora?

Com base no texto fornecido, o que está confirmado é que Larry Johnson fez publicamente a alegação, que a Casa Branca a negou e que houve contestação da versão por parte de um senador republicano e de especialistas ouvidos pela Newsweek. Não há, no conteúdo original, prova apresentada de que Trump tenha de fato tentado usar “códigos nucleares”.

Dessa forma, a notícia registra uma acusação pública em um momento de alta tensão internacional, acompanhada de negativas oficiais e de questionamentos sobre sua plausibilidade dentro do sistema institucional dos Estados Unidos.

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