A TIM está executando projetos simultâneos de modernização da infraestrutura de rede móvel em Brasília e na região metropolitana de Belo Horizonte, com previsão de atualizar 1,4 mil sites e ampliar a capacidade de atendimento para mais de 3,1 milhões de clientes. De acordo com informações do Teletime, a operadora informou nesta sexta-feira, 17, que os projetos devem ser concluídos até agosto e fazem parte de um acordo mais amplo de modernização da rede móvel em diferentes regiões.
Na capital federal, o chamado swap de equipamentos envolve a modernização de mais de 680 sites, com impacto estimado para mais de 1,1 milhão de usuários. Já na Grande BH, a iniciativa prevê a atualização de 722 sites, alcançando mais de dois milhões de clientes em cidades como Sabará, Santa Luzia, Vespasiano e Ribeirão das Neves.
O que está sendo modernizado nas duas regiões?
Segundo as informações divulgadas, a TIM está substituindo e atualizando equipamentos de rede para ampliar a capacidade operacional em Brasília e nos municípios da Grande BH. O objetivo é adequar a infraestrutura para suportar melhor o tráfego de dados e melhorar a distribuição do sinal nas áreas contempladas.
Somadas, as duas frentes de trabalho chegam a 1,4 mil sites modernizados. A iniciativa integra um movimento já anunciado pela operadora no início do ano, quando a empresa divulgou um acordo de modernização de rede móvel com apoio de Huawei e Nokia.
Quantos clientes podem ser beneficiados?
A expectativa informada pela operadora é beneficiar mais de 3,1 milhões de clientes com a ampliação de capacidade nas duas regiões. Desse total, mais de 1,1 milhão estão em Brasília e mais de dois milhões na região metropolitana de Belo Horizonte.
No caso mineiro, o projeto abrange cidades da Grande BH, entre elas:
- Sabará
- Santa Luzia
- Vespasiano
- Ribeirão das Neves
A previsão é que as intervenções nas duas áreas sejam concluídas até agosto, conforme informou a empresa.
Como a inteligência artificial será usada na operação da rede?
A TIM informou que pretende incorporar recursos de inteligência artificial tanto no Distrito Federal quanto na Grande BH para otimizar a operação da rede. De acordo com a empresa, essas tecnologias de automação devem permitir ajustes dinâmicos no tráfego de dados e na distribuição do sinal.
“O objetivo é que as tecnologias de automação permitam ajustes dinâmicos no tráfego de dados e na distribuição do sinal, garantindo maior eficiência e estabilidade, além de possibilitar funcionalidades avançadas, como self-healing e self-optimization”, explica a empresa.
Na prática, a operadora associa essa etapa da modernização a ganhos de eficiência e estabilidade da rede. O texto original também aponta a expectativa de ativar funcionalidades avançadas de automação, descritas pela empresa como mecanismos de autocorreção e auto-otimização.
Quais são os efeitos esperados na eficiência energética?
Além da atualização técnica da infraestrutura, a TIM afirma esperar avanços em eficiência energética com a troca dos equipamentos. A estimativa da empresa é reduzir o consumo de energia em cerca de 15% após a modernização.
Segundo a operadora, os novos equipamentos também devem ocupar menos espaço nas torres. Com isso, o projeto combina aumento de capacidade da rede, uso de automação e expectativa de menor gasto energético nas áreas contempladas.