A decisão da Suprema Corte dos EUA de invalidar as tarifas emergenciais do presidente Donald Trump gerou uma série de reações de governos ao redor do mundo. Trump, no entanto, anunciou uma nova tarifa global de 10% sob um estatuto diferente, ampliando as tensões comerciais. De acordo com informações do Bloomberg Línea, diversos países estão se posicionando frente a essa nova realidade.
Como o Brasil e a Europa estão reagindo?
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a nova tarifa de 10% não afetará a competitividade do Brasil no comércio.
“Abriu uma avenida ainda mais ampla para um comércio exterior mais robusto”,
disse Alckmin. Na Europa, parlamentares se reunirão para reavaliar o acordo comercial com os EUA. O presidente francês Emmanuel Macron destacou a importância de regras justas e reciprocidade nas relações comerciais.
Quais são as posições de outros países?
O ministro de Comércio do Canadá, Dominic LeBlanc, reforçou que as tarifas anteriores eram injustificadas. A Coreia do Sul e Taiwan esperam impactos limitados da nova tarifa. Já a Indonésia e a Tailândia continuam suas negociações comerciais com os EUA, apesar das incertezas.
- A França busca reciprocidade nas relações comerciais.
- A Indonésia aguarda aprovações internas para seu pacto comercial.
- A Tailândia prevê uma possível antecipação de compras devido à incerteza tarifária.
Quais são as implicações futuras?
O ministro da Economia do México, Marcelo Ebrard, planeja discutir questões comerciais nos EUA. A decisão da Suprema Corte e a resposta de Trump aumentam a incerteza no comércio global, com países buscando adaptar suas estratégias comerciais para proteger seus interesses.


