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Raquel Krahenbuhl relata tensão após tiros em jantar com Trump em Washington

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A correspondente Raquel Krahenbuhl, da TV Globo, relatou os momentos de tensão vividos durante tiros ouvidos do lado de fora de um jantar de correspondentes em Washington D.C., nos Estados Unidos, na noite de sábado (25). O evento, realizado em um hotel da capital norte-americana, tinha a presença do presidente Donald Trump e de outras autoridades. Segundo o relato, os convidados se protegeram debaixo das mesas enquanto agentes do Serviço Secreto entraram no salão e retiraram autoridades do local. De acordo com informações do g1, Trump e integrantes do governo foram evacuados rapidamente.

Raquel afirmou que o jantar estava apenas no início quando o barulho foi ouvido. Em um primeiro momento, ela pensou que pudesse ter sido um acidente, mas a reação imediata das pessoas ao redor indicou a gravidade da situação. Segundo a jornalista, o ambiente ficou confuso assim que os disparos foram percebidos, e o protocolo de segurança começou a ser executado no salão.

“Já estávamos todos sentados, o jantar estava no início e o pessoal estava começando a comer. As declarações do presidente Trump viriam depois, mas já estava todo mundo sentado no palco. A gente estava ainda na salada quando ouvimos um barulho. Na hora, eu achei que tivesse sido um acidente, que uma mesa havia caído. Mas, nesse momento, todo mundo começou a entrar debaixo das mesas, para se proteger, e foi aí que a gente imaginou que tivesse ocorrido um tiroteio”, afirmou Raquel.

Como Raquel Krahenbuhl descreveu a reação dentro do salão?

A correspondente disse que, logo após o barulho, homens armados do Serviço Secreto entraram no local e se dirigiram diretamente às principais autoridades presentes. Segundo ela, agentes passaram a retirar secretários e demais integrantes do governo dos EUA de forma gradual, enquanto o restante dos convidados era evacuado por segurança.

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“Imediatamente entraram homens armados do Serviço Secreto e foram direto para os líderes. Um agente ficou bem atrás de mim, protegendo o chefe do FBI, Kash Patel, que estava debaixo da mesa. E daí eles começaram aos poucos a tirar os secretários [do governo dos EUA]. (…) Houve muita confusão no momento em que tudo aconteceu. Por questão de segurança, todo mundo teve que ser retirado do salão para que eles [agentes] pudessem continuar o protocolo de segurança”, completou a correspondente.

Raquel também relatou que o esquema de segurança na entrada do evento lhe pareceu fraco. De acordo com seu relato, não houve revista dos presentes, e os agentes se limitavam a verificar os ingressos. Jornalistas de outros países presentes no jantar, segundo o texto original, também disseram ter observado o mesmo nível de controle no acesso.

O que se sabe sobre o ataque e a retirada de Trump?

O jantar anual reunia centenas de convidados, entre jornalistas e autoridades, em um hotel de Washington. Após os tiros serem ouvidos, Donald Trump foi retirado às pressas pelo Serviço Secreto. Mais tarde, em coletiva na Casa Branca, o presidente afirmou que um agente foi baleado. Segundo Trump, o agente atingido estava bem.

O Serviço Secreto informou que o autor do ataque disparou uma escopeta no local. Trump declarou que não sabia se o episódio teve motivação política, mas disse acreditar que poderia ser o alvo. Ele também classificou o episódio como um momento traumático e elogiou a atuação dos agentes de segurança.

Segundo o texto, o suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, morador da Califórnia. De acordo com as informações relatadas por Trump e reproduzidas na reportagem, ele foi preso pelo Serviço Secreto e enviado para avaliação em um hospital da cidade. O FBI localizou a residência do suspeito e fazia buscas no imóvel.

Quais autoridades estavam no evento e quais medidas foram adotadas?

Além de Trump, também estavam no jantar o vice-presidente J.D. Vance, a primeira-dama Melania Trump e o secretário de Estado Marco Rubio. Todos foram evacuados em segurança, segundo a reportagem. A organização do evento informou que não havia feridos, enquanto Trump declarou que um agente foi atingido.

O evento foi adiado por até 30 dias, apesar de pedidos de Trump para que fosse retomado. A polícia local também informou, segundo o texto original, que o suspeito estaria hospedado no mesmo hotel onde o jantar ocorria.

  • Trump participava do jantar quando os tiros foram ouvidos.
  • O evento ocorreu em um hotel em Washington D.C.
  • Segundo Raquel Krahenbuhl, não havia revista na entrada.
  • O Serviço Secreto retirou autoridades do salão.
  • Um agente foi baleado, segundo Trump.
  • O suspeito foi preso e levado para avaliação em um hospital.
  • O evento foi adiado por até 30 dias.

O caso ganhou repercussão pela presença de autoridades de alto escalão dos Estados Unidos e pelo relato de quem estava no local. A descrição feita por Raquel Krahenbuhl detalha o momento em que o jantar foi interrompido e como os presentes reagiram à ameaça, em meio à atuação do Serviço Secreto dentro do salão.

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