A organização adequada das peças processuais no Processo Judicial Eletrônico (PJe) é essencial para acelerar e tornar mais eficiente a análise dos processos na Justiça do Trabalho. De acordo com informações do TRT-2, essa prática está em conformidade com a Resolução CSJT n.º 185/2017, que regula o peticionamento eletrônico.
Como a nomeação correta impacta o PJe?
No sistema, cada arquivo anexado deve incluir o preenchimento adequado dos campos obrigatórios “Tipo de Documento” e “Descrição”. O primeiro fornece uma lista de opções pré-estabelecidas, e o(a) advogado(a) deve escolher sempre a mais específica disponível, evitando classificações genéricas como “Manifestação” ou “Documento Diverso”.
Essas classificações devem ser utilizadas apenas em casos excepcionais, quando não houver opção mais apropriada.
O campo Descrição deve fornecer explicação clara e concisa do conteúdo do documento, e deve ser modificado para tornar a identificação mais exata.
Quais são as boas práticas de organização?
É aconselhável seguir boas práticas de organização, como reunir em um único arquivo PDF apenas documentos da mesma natureza, apresentados em ordem cronológica. Também é importante verificar a legibilidade, a orientação correta das páginas e a clareza na nomenclatura utilizada.
- Reunir documentos da mesma natureza em um único PDF.
- Apresentar documentos em ordem cronológica.
- Verificar legibilidade e orientação correta das páginas.
A não observância das normas de peticionamento pode levar a consequências como a exclusão de documentos do processo por ordem judicial e a exigência de regularização do ato processual.
Onde encontrar mais informações?
Na seção do PJe no site do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, há manuais e vídeos explicativos que orientam advogados(as) e partes sobre as maneiras adequadas de peticionar, incluindo petições iniciais, intermediárias, avulsas, pedidos de habilitação e outros atos processuais.

