O Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) abriram inscrições para a segunda edição do projeto Caminhos das Águas – Fortalecendo Fazeres e Saberes Artísticos e Culturais. Instituições de Ensino Superior (IES) públicas federais podem se inscrever até 23 de fevereiro. Fonte original.
Quem pode participar do projeto?
De acordo com o edital, até nove IES de todo o Brasil poderão ser selecionadas, com preferência para aquelas localizadas fora das capitais e que trabalhem com povos e comunidades tradicionais. As instituições escolhidas participarão de ações formativas e de articulação cultural.
“O Caminhos das Águas chega à segunda edição, junto à UFVJM, que vai ser a nossa parceira nesse segundo ciclo. Um programa que se consolidou, tendo como premissa a formação, a elaboração e a gestão de projetos em territórios diversos, partindo da diversidade dos povos e comunidades tradicionais”, afirma Fabiano Piúba, secretário de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura do MinC.
Quais são os objetivos do projeto?
O projeto visa ampliar a rede de parcerias entre IES públicas federais e o poder público, fortalecendo a ação universitária na valorização da produção artística e cultural. A primeira etapa inclui um curso de formação online em março de 2026, com 30 horas de carga horária.
“É motivo de muito orgulho para a nossa pró-reitoria estar envolvida na realização de um projeto tão potente quanto este que forma pessoas, de maneira extremamente qualificada e sensível”, comenta Valéria Cristina da Costa, pró-reitora de Extensão e Cultura da UFVJM.
Quais são as etapas do projeto?
O projeto Caminhos das Águas é dividido em três etapas: seleção de IES parceiras, oferta do curso de formação, e a premiação cultural “Olhinhos D’Água”, que premiará dez projetos culturais. A primeira edição, em 2024, foi realizada em Janaúba, e a segunda edição busca expandir as ações e parcerias.
“Naquela oportunidade já nos encantamos e compreendemos a importância da proposta para o fortalecimento das redes de cultura locais”, avalia Rosi Bechler, diretora de Cultura da UFVJM.

